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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXXVIII]: Gestão e rigor e 65 mil euros para os pardais …

Mais um elefante branco, e claro 65 mil euros para os pardais, já pagos pelas obras executadas.
Agora é aguardar pelo próximo quadro comunitário de apoio, ou para o outro que virá…
Verdade, rigor e gestão de merceeiro, ou de coelheira, é o que se vê por Ourém.
Mete pena…
Há pessoas a quem a gravata deveria dar para estrangular, não para enfeitar.
E com isto tudo os fornecedores da Administração Pública, esperam e aguardam pelos pagamentos legítimos.
Francamente.
Que se pode esperar? A Câmara é governada por gestores falidos e funcionários públicos amadores.
Que se quer?
Desculpem a minha ira, mas hoje fartei-me.
O Pavilhão por acaso era preciso?
É que se tiverem mais 65 000 euros a estorvar falem comigo, que eu sei muito bem onde os aplicar.


segunda-feira, 29 de julho de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXXVII]: Mercado Munial - Lei dos compromissos inviabiliza saco de cimento cola...

No dia do município de Ourém, a 20 de junho passado, foram feitas diversas diversas homenagens legítimas, maqueadas de inaugurações.
Música e foguetório, fotografias e rabanetes.
O normal numa cultura propagandísta, que se esconde numa lei dos compromissos, mas que não esquece cartazes e fanfarras, particularmente na campanha eleitoral que já decorre.


Mercado Municipal de Ourém, Manuel Prazeres Durão, muito bem, justo.
Agora gostaria de saber o nome do artefacto em baixo, não é o mesmo?
Ah, não este é o Mercado Munial de Ourém. Completamente diferente.




quinta-feira, 18 de julho de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXXIV]: Com compromissos se morre, com compromissos se mata…

O ditado é mais “Quem com ferros mata, com ferros morre”, mas em Ourém esse ditado é por esta altura diferente.
Com a lei dos compromissos se morre, mas com ela também se mata.
Senão vejamos, o município de Ourém conseguiu, graças à intempérie de janeiro, uns dinheirinhos, com o qual comprou umas massas betuminosas.
Agora pode-se propagandear obra, nem que seja uns meros buraquinhos tapados.
O buraco real do município, esse cada vez está maior.
É questão para se dizer que se o tempo, ao Gaspar, prejudicou o país, por aqui até deu um empurrãozinho…

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXX]: Carapau, cara de pau....

A reboque do que escrevia o Fernando, ironizando na linha dele (o que é manifestamente um desafio para quem o conhece), venho-vos falar de algo que as moscas tanto gostam: Carapau.
Lembram-se daquele peixinho a secar na Nazaré, crivado das ditas moscas?
Pois é. A política local está crivada de caras de pau, ou carapaus.
Nós somos a sardinha miúda, sem direito a entrada na lota do poder.
Nas autárquicas de 2013 perfilam-se vários caras de pau, pessoas que cultivam um ódio quotidiano visceral, mas que para efeitos de tacho se riem lado a lado, se abraçam e se dizem amigos e companheiros.
Os primeiros carapaus (caras de pau) são Albuquerque e Moura.
Anos a fio deram-se pior que gatos e cães, sempre a morderem-se e a arranharem-se. Colocaram a política ao nível do plano pessoal, diziam que as divergências eram questões familiares.
Os partidários de um e de outro trocavam tiros em escaramuças, numa barricada pegada que se tornou o PSD. Outros eram acusados de espionagem, quando se tentaram colocar equidistantes. “Quem não estivesse comigo era contra mim”.
Agora aparecem juntos, com cara de pau, com uma certeza: Albuquerque terá que ganhar. A Moura a vitória será outra, implicará a vitória de Fonseca e a sua própria, contra Deolinda Simões para a Assembleia Municipal.
Ou seja ganhar para Moura implica a derrota do PSD. Ele sabe-o e vai jogar com isso.
Mas há mais carapaus. O executivo municipal: Fonseca, Alho, Lucília e Nazareno.
As divergências internas são conhecidas desde há 3 anos a esta parte e têm se vindo a agudizar, não se entendem, mal se falam, quase como aquele programa: “Público e Notório”.
Terão estes carapaus a coragem de aparecer juntos? Em fotografias e foguetório?
Provavelmente, embora comece a ser indisfarçável, juntos dos circuitos próximos a estes 4, que “as coisas” já tiveram melhores dias.
Mas de facto até outubro o carapau grelhado é um ótimo prato, com a certeza que estes aqui não se vão queimar, é mais fácil sermos nós, a tal sardinha miúda, acabados a marinar num prato com pimento, ou comidos no pão.


quarta-feira, 19 de junho de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXVIII]: Transparência Opaca – Legado à Paulo, por um ex-apoiante [independentemente da data a que reportam os factos]

Escrever num blogue, criticando alguma posição tomada pelo executivo socialista em exercício na câmara de Ourém, é, segundo o Paulo, terrorismo.
Aqui vai então mais um ato de terror, que de mentira não tem nada:
Em Outubro de 2009, na Avenida D. Nuno Álvares Pereira, gritou-se liberdade, invocou-se o 25 de abril, cantou-se a Portuguesa, mais, pasme-se:
Eu também estava lá!!!
Era a liberdade, o desprender das amarras que o PSD vinha impondo há décadas, “soltar a franga”. Acabavam-se os tachos, as conveniências, o partido controlador da sociedade, vinha uma lufada de ar fresco, um Paulo com sabor a Alho.
Pura ilusão.
Montou-se uma máquina de comunicação fortíssima, serviços municipais vocacionados para a exaltação dos líderes, purgados quando encontrada uma ou outra impureza com cheiro a laranja.
A obra não avançou, a liberdade vacilou.
O poder é rico em mudanças de personalidade, ninguém resiste a ele. Paulo também não, Alho seguiu-lhe o rasto.
Sobraram dois, Nazareno e Lucília, que por resistirem foram sendo colocados à parte.
A transparência e liberdade, foram sempre opacas.
As conversas de café foram proibidas, pessoas intimadas quando foi público o despesismo do em portagens, telemóvel e combustível, etc..
A imprensa foi condicionada, o Maçon Gameiro prometeu retaliações caso fosse beliscado o exercício autárquico, o CRIO por essa altura que se cuidasse, o Treinador do Freixianda era pago pela empresa municipal, mas perante essa evidência atacou-se:
Há terrorismo!!!
Ou terrorismo seria contratar todos os serviços ao Major em dezenas de adjudicações?
Não, existia mesmo terrorismo!!!
Pois mas faltou encontrar as armas de destruição massiva, já que essas só são propriedade de quem tem poder.
E eu, que era apoiante, que estranhei a não publicação da Auditoria inicial à Câmara, mas que dei o benefício da dúvida, percebi: Porra a liberdade não existe!
És burro Fernando, já tens idade para ganhar juízo. A liberdade é de quem detém poder.
Seja onde for a festa em 2013, eu, terei uma certeza, não irei gritar, porque infelizmente sei que a transparência e a política são antagónicas:

terça-feira, 18 de junho de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXVII]: Tanta erva e não é para fumar...


Aproveito o post do Fernando, que fala em limpeza junto das principais vias, para falar na vergonha (sim porque não tem outro nome), que é o estado de limpeza de passeios e valetas das ruas e estradas do nosso Concelho.
Vergonha porque não implica grandes custos, porque não implica cimento, nem concursos públicos. Vergonha porque a câmara municipal pode colocar uma ou duas equipas a limparem essas vias, vergonha porque existem duas empresas municipais com pessoal para o fazer.
E claro, vergonha, porque as juntas de freguesia também têm um papel a dizer nesta tarefa.
Infelizmente a inércia da administração tem provocado um estado de abandono das áreas circundantes às vias, que implica perigo de propagação de incêndios, mas principalmente, perigo para os transeuntes que se sentem obrigados a circular na faixa de rodagem.
Por acaso nem costumam rumar a Fátima muitos peregrinos. Por acaso o nosso concelho não tem, por esse motivo, um volume grande de pessoas a circularem em condições de risco eminente.
Como querem os homens da causa pública (PS, PSD, CDS, PCP e ditos independentes), que acreditemos neles, na sua obra, na sua capacidade de saldar dívida, se, nem para cortar erva servem?
Fórum cultural, piscina em Fátima, Centro de Congressos, Parque de Negócios, Delegação da Câmara em Fátima, Nova via ao Norte do Concelho, extensão da rede de saneamento etc… etc…
Mentiras…. Tudo mentiras…
Não enganem o povo, vocês endividam-nos, aparecem de 4 em 4 anos e não valem nada, ou pouco.
Nem para cortar a erva vocês prestam…
Farto de demagogia, farto de prepotência…
Façam-se à vida, mostrem que conseguem sobreviver, este contexto de crise, num local que não implique tacho…


segunda-feira, 10 de junho de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXVI]: Cogitações de Outono - Um menino nas mãos

Tudo se encaminha para que, em outubro, a coligação centro-direita candidata a Ourém esmoreça e esbarre contra a parede. Uma parede formada pelo bigodaço e pelo sr. Fonseca.
Dos escombros da laranja sairão derrotados: Albuquerque e Moura.
Contudo, como o candidato a Presidente da Câmara, é o lugar de maior responsabilidade, o demérito será atribuído ao ex-guarda redes.
Que sobrará disto tudo?
João Moura, o enfant terrible, que herdará um PSD órfão.
Albuquerque será afastado e escorraçado, um pouco à medida do que aconteceu com Frazão. Magrebino terá lugar de destaque na Assembleia Municipal e aparecerá como sucessor lógico na Presidência da Concelhia.
Foi uma boa jogada deste. Terá onde fazer oposição e, finalmente, o partido nas mãos.
Custou, foi uma grande travessia no deserto, muitos sapos engolidos (e outros a engolir até outubro, como sorrir ao lado de Albuquerque, fazer campanha por ele, etc.).
Contudo o tempo de Moura está a chegar. E ele sabe bem disso.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXV]: A ver a bola....

Sinceramente Sr. Deputado João Moura, a ver a bola?
Enquanto uns trabalham outros gastam o nosso dinheiro em senhas de presença...
Numa Assembleia Municipal?
Foi esse serviço que aprendeu quando andou pela da República?
Vergonhoso....

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXIV]: Crime? Sim, pelo menos de Gestão Danosa…

Quando digo que estamos muito mal representados em Ourém, digo em particular aos queridos fatimenses que, desde há muitos mandatos a esta parte, têm sido cometidos verdadeiros crimes de guerra no que toca à gestão autárquica municipal.
Fátima tem uma identidade muito própria que merecia por certo outro comprometimento da administração central e local.
E não é com uma obra numa avenida, paga na sua maioria pela União Europeia e pelo Santuário, que me atiram areia para os olhos.
Falo-vos hoje do tão badalado Fórum Cultural de Ourém, um projeto que seria suposto nascer na antiga rodoviária daquela cidade. Uma sala de espetáculos com 2 ou 3 cinemas, exposições, lojas etc…
Em contas grosseiras, num projeto que se encontra lado a lado com um cineteatro às moscas, já foram gastos entre 150 000 a 200 000 euros, em estudos e traquitanas.
Como é possível?
Que tonteira é essa?
Sabe-se que é um projeto que jamais terá a curto médio prazo pernas para andar, as lojas da cidade estão vazias, a sala de espetáculos em frente está sobredimensionada. Não há cultura para tão pouco espaço.
Vejam Leiria. Cinema City às moscas, à beira do precipício. Como é possível em Ourém ter-se gasto tanto dinheiro neste mandato em algo que, o senso comum, percebe que não tem razão de ser?
Se a este montante juntar-mos a famosa tourada, e o famoso festival de cinema, falamos em mais de 250 000 euros para o caixote do lixo.
Se isto não é crime, económico, não sei o que será…



quarta-feira, 1 de maio de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXI]: 2 a 1 Ganha o PS de Fonseca, no jogo da zanga das comadres……

Que grande GALO no PSD….. Ups grande Golo de Fonseca….
Na sequência do último post do Carlos [Café-Expresso], onde chamava de Troca-tintas à Sr. Presidente da Assembleia Municipal de Ourém, gostaria de comentar uma notícia do Mirante.
De facto a Sr. Professora Deolinda Simões é candidata à Assembleia Municipal de Ourém, situação que fragiliza a candidatura do PSD/CDS à Câmara de Ourém, mas que põe a nu e que descredibiliza todo um percurso feito por esta política.
De fundadora do PSD local a sua hipotética destruidora.
Mais uma vez se prova que quem vive em política, e da política, tem uma sede de poder imensa.
A Sr. Presidente foi sendo vendida ao longo do mandato, passando a tomar partido pela posições da Câmara Municipal, o que desde cedo criou fortes clivagens no PSD local.
Desde as guerras fratricidas entre Moura-Albuquerque-Frazão, que o Partido Social-Democrata tem sido um jogo de tabuleiro, um enorme saco de gatos a esfarraparem-se.
Esta saída de Deolinda é apenas um capítulo desse jogo, um capítulo que significará muito em Outubro.
De entre estes jogos de interesses, de comadres e compadrios existem beneficiados e prejudicados:
Beneficiado: Paulo Fonseca e o PS de Ourém que souberam capitalizar este descontentamento de Deolinda Simões;
Prejudicados: o PSD de Ourém na candidatura de Luís Albuquerque, e a própria Deolinda Simões, que vê o seu nome empoeirado.

Empoeirado sim, porque com esta posição está a ratificar e a tomar partido por um executivo que, infelizmente, pouco tem feito pelos Oureenses/Fatimenses, por um executivo do show-off, da propaganda, das palavras bonitas. Um executivo sem visão estratégica, sem obra, sem capacidade nem controlo da despesa pública, sem estofo para ter arrumado a casa e por o concelho a crescer.
Um executivo que prometeu um 25 de Abril mas que fala constantemente em terrorismo, e que não gosta de opiniões divergentes.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XX]: Deolinda Troca-Tintas, mas não só ….. Cheira a poder…

Há uma expressão popular muito interessante, quando se diz alguém de troca-tintas por mudar constantemente de rumo.
Hoje apetece-me apelidar a Presidente da Assembleia Municipal como Troca-Tintas.
Foi uma mulher de consensos e de bom senso, que inflectiu para um caminho de parcialidade e impreparação com que geriu os trabalhos (exemplo dos Monfortinos). Essa mudança já fazia antever uma nova postura política por parte desta Social Democrata.
Quantas vezes não se afirmou convictamente do PSD, as acusações fez a Paulo Fonseca quando o enfrentou em 2009 juntamente com Vítor Frazão?
Tudo resumido, uma grande troca de tintas.
Agora apoia Paulo Fonseca, que nem uma grande guardiã Socialista.
Será que Serrano, Frazão, Deolinda e outros estão a preparar uma organização do tipo SS?
Seniores Socialistas…
Não foram os únicos, havia mais de entre aquele milhar no Jantar de dia 24.
Muitos homens e mulheres, muitos empresários, que trocaram de Jantar, descartaram as laranjas. Importa colar-se a quem está no poder.
E, quer se queira, quer não se queira, Fonseca (o afamado gestor) tem tudo para ganhar em Outubro.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XIX]: Pior a emenda que o soneto... Argúcias Fonsêquinas…

De um Fatimense, para todos que não exclusivamente Fatimenses:

Quando o advogado mandatado pela Câmara Municipal, Dr. Cândido de Oliveira, proferiu uma argumentação jurídica lamentável, que ofendeu ostensivamente uma instituição parceira da Câmara Municipal, o Santuário de Fátima, e toda a Igreja Católica, nada se ouviu a condenar tamanha maldade.
Acredite-se, ou não, tendo-se fé, ou não, a Igreja é fundamental no tecido económico de Ourém.
Não se pode defender o turismo religioso, não podemos querer uns papas cá em 2017, inaugurar obras pagas massivamente por aquela instituição religiosa e depois deixar-se representar de forma tão terrorista.
A situação exigia de Paulo Fonseca um pedido de desculpas público, proferido e divulgado, a demarcar-se das acusações feitas pelo jurista.
Pelo contrário, numa atitude de quem cala consente, porque na verdade também se tem a mesma opinião que Cândido de Oliveira, preferiu a câmara municipal manter o silêncio.
Agora, no âmbito do julgamento do advogado acusado de difamação, Paulo Fonseca vem tardiamente remendar o que não tem já remendo: Diz que não utilizaria tais palavras.
Então? Substituía-as por outras com o mesmo significado?
E continuou dizendo acreditar que o advogado terá usado as expressões como estratégia de defesa, mas que não tem capacidade do ponto de vista técnico, e que não acredita que Cândido de Oliveira tivesse intenção de ofender o Santuário.

Um mestre na arte da vitimização não percebe quando alguém se excede?
Quando o Mirante divulgou, e bem os processos, as dívidas ao erário público, a condenação por má-fé, estava a fazer terrorismo jornalístico.
Agora chamar tudo e mais alguma coisa ao Santuário, que dá de comer aqui a tanta gente, que é do mais importante que temos: então é estratégia de defesa.

Falta de capacidade técnica? Essa falta de capacidade pode ser invocada também para chutar quem nos (des)governa?
Assim era menos um impreparado no poder….





quinta-feira, 11 de abril de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XVI]: Pista do Escandarão: ACELSPORT - Nada mudará, mas os responsáveis têm cara. A passividade das autoridades também.

Porque nada muda, em baixo o post do nosso blogue em 2013:
"
Conivência, a quanto obrigas. O que se segue é serviço público.
Há certas circunstâncias que tornam as pessoas inimputáveis, por mais atentados que cometam, por mais atrocidades e prejuízos que provoquem a terceiros.
Lição do dia: Se queres cometer um atentado ambiental e urbanístico, arranja dois sócios: Um ligado ao PSD outro ligado ao PS, assim ninguém te toca.
É o que acontece na “Pista do Escandarão”, onde contra todas as regras e leis foi cometido um atentado ambiental, criado um problema de assoreamento gravíssimo, que tem provocado uma erosão de solos de tal ordem, que tem prejudicado, e muito, diversos munícipes e o erário público.
A responsável por este atentado é a empresa ACELSPORT – Organização e realização de eventos desportivos, SA., empresa ligada a um ex-Vereador do PSD de Ourém e a um Vereador em exercício na Câmara Municipal de Leiria (curiosamente com o pelouro do urbanismo e licenciamento de obras).
A empresa foi constituída a 17/02/2005 na Conservatória do Registo Comercial de Ourém, com capital social de 60 000,00 €, sendo atualmente o Presidente do Conselho de Administração Franclim Vieira Alves, o Vice-Presidente do Conselho de Administração Hélder António Pereira Novo, o Vogal do Conselho de Administração Lino Dias Pereira e o Representante o Dr. José Joaquim Marques de Almeida.
Esta conduta e este atentado ambiental continuado faria pressupor um conjunto de ações judiciais, para reposição da legalidade, para indemnização dos prejudicados.
Errado: A empresa não regista qualquer processo judicial.
Tamanho atentado poderia ser minimizado pela importância hipotética que a empresa teria no tecido económico do concelho. Pois nem isso acontece, o número de empregados é zero.
Valha-nos a situação contributiva da empresa estar regularizada, a nível de IRC e Segurança Social.
A empresa já teve uma mudança de sede social, duas nomeações de órgãos sociais, e uma renúncia desses mesmos órgãos, de acordo com o Ministério da Justiça. Atualmente possui sede social na Rua Doutor Agostinho Barroso Gonçalves, n.º 35, Loja 1, 2490-500 Ourém, com o telefone 249 534 705."

Fotos retiradas do blogue: http://manuelinhodaire.blogspot.pt/













quinta-feira, 4 de abril de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XV]: Política do alcatrão

Em ano eleitoral a crise que os perdoe, mas tem que haver inaugurações, foguetório. Der por onde der, nem que para isso se invoque as catástrofes naturais ocorridas para o tradicional alcatroamentozinho…
Se com isso se poder dar de alimentar a uns amigos, tanto melhor.
Qual PAEL, qual lei dos compromissos: aqui há catástrofes, há dinheiro da Administração Central e toca a andar..
Primeiro ponto: Houve duas catástrofes naturais, que prejudicaram e lesaram muitos ourienses.
Segundo ponto: Essas catástrofes, na rede viária, o mais que fizeram foi destruir alguma sinalização vertical, eventualmente algum abatimento de terras, não sei…
Mas isso não interessa, há eleições tem que haver alcatroamentos, música e festas com a TVI e claro cartazes, porco no espeto…
Segundo a plataforma base.gov a Câmara de Ourém acaba de adjudicar por ajuste direto, só em obras na rede viária, “Reabilitação de Vias de Comunicação”, “Fornecimento de massas betuminosas” e “Arranjo de passadeiras”, 726 015,63 (sete contratos diferentes).
Motivo, o mesmo: Plano de Recuperação de Danos Públicos Provocados pelas Catástrofes.
Que catástrofes? Governações consecutivas de executivos a lesar os ourienses?
Povo, és tu que pagas, acorda.
Não é que as obras não sejam precisas, mas não nos enganem...

terça-feira, 2 de abril de 2013

Está se bem por Ourém [03-XIII]: Dividir para reinar... O Tridente...

A comissão política concelhia do PS, depois de alvitrar um convite a Vítor Frazão, avançou para uma estratégia mais inteligente. “Apoiar” a sua candidatura.
Calma…
Não vão apoiar a candidatura do senhor Frazão, andam sim a patrocinar esta, a angariar assinaturas para a formalizar, a permitir e a viabilizar a ida às urnas do senhor de bigodes.
Contam com o apoio de alguns militantes do PSD do burgo, nomeadamente dos militantes pró-Moura (incluindo familiares deste), que esquecem por momentos as rivalidades com Vítor Frazão, em nome do ódio que alimentam à família Albuquerque.
Os opostos atraem-se, e a política está cheia de minas e armadilhas, de buracos e valas.
Cuidado, podemos tropeçar…
Claramente quem vai sair prejudicado é o PSD que tarda em apresentar um candidato e uma estratégia para conseguir despojar Paulo Fonseca da Cadeira.
Dividir para reinar, eis a estratégia do PS, que por agora lhe tem trazido bons resultados.


segunda-feira, 1 de abril de 2013

Está se bem por Ourém [03-XII]: Tour pela minha terra – De rotunda a rotunda

Em primeiro lugar quero agradecer ao mentor deste Blogue por me ter convidado a assumir um papel importante na sua “conduta editorial”.
É com prazer que aceito o seu convite, por me rever na forma séria (mesmo que brincalhona), como fala sobre determinados assuntos. Aprecio a sua frontalidade, sei que como eu é um democrata convicto, embora desacreditado nos partidos, nas pessoas que os compõem.
Começo o meu primeiro post com algo que considerei bastante giro. Aproveitar o street view do Google Maps para recordar uma de tantas viagens que faço entre Fátima e Lisboa na minha actividade de Gestor.
Então, em 2009 quando chegava a Fátima, vindo da A1, encontrava logo à chegada à rotunda norte um senhor pachorrento de nome Paulo Portas.
Dizia o senhor Portas, a respeito das eleições europeias desse ano, que não bastava ter razão, eram precisos votos. Muito bem, frase lógica.

Avançavam-se poucos metros e, já respeitante às eleições autárquicas de 2009, existiam dois cartazes, um do PSD e outro do PS.
O PSD dizia que haviam cumprido,  no transporte e nas refeições escolares. Básico, mau seria senão tivessem cumprido nessa área.
O PS era mais ambicioso: Resolver a situação financeira da Câmara.
Como gestor/munícipe sei que se agravou, mas continuemos o Tour.


Pouco tempo depois os cartazes eram subsituídos. O do PSD era ilegível, letras pequenas que só se viam se parassemos na rotunda. Já o do PS era mais preciso, prometia-se:
1- Revisão Profunda do PDM
2- Decisão de Processos em 90 Dias
3- Balcão Móvel de Atendimento
4- Ouvir os Cidadãos
Pode-se dizer que alguma destas promessas foi concretizada?
Continuemos a dar a volta à rotunda, que a GNR, ainda nos altua.



Na outra banda da rotunda a mesma promessa (o PS era claramente o rei dos cartazes). Todos Vamos resolver a situação financeira da Câmara. Mas todos quem?
É que esses supostos "todos", nunca apareceram.


Recordar é viver. Vamos dar uma voltinha pela Avenida D. José Alves Correia da Silva?
Antes da requalificação, claro. Essa grande obra do atual executivo camarário...
Ou será do Santuário e da União Europeia?
Uma coisa é certa. Das contruções Aquino e Rodrigues não é, de certeza.

E assim vamos indo. Junto do quartel da GNR mais um cartaz a apelar ao voto nas eleições autárquicas, desta vez a prometer-se que todos iríamos melhorar a rede viária.

Passando o Santuário, junto ao Turismo, aquela bela obra do advogado Pinheiro Lopes, encontrámos nova referência a um senhor, com nome de treinador de futebol, que escrevia: Todos vamos ligar o IC 9 ao norte do concelho.

Fátima era por estas alturas uma cidade engalanada.


Finalmente (ufa) chegando à rotunda sul, deparavasse um cenário mais multiculor, não apenas de todos.
Sócrates era o primeiro protagonista, pretendendo fazer Avançar Portugal. Seguia-se mais uma vez a promessa de alguém que se prometia a resolver a situação financeira da Câmara...


Havia ainda um cartaz de Laurinda Alves e do MMS, ao qual se seguia mais um cartaz de propaganda oficial, relativo à requalificação da Estrada de Minde (fizeram e pagaram a obra?) e mais um de Todos, onde Todos supostamente se preparavam para resolver a situação financeira da Câmara.




Resumindo e concluindo:
PS: 7 cartazes
PSD: 1 cartaz + 1 (propaganda oficial)
CDS: 1 cartaz
MMS: 1 cartaz
MEP: 1 cartaz

Claramente que o PS era o rei da campanha eleitoral, o rei do despesismo populista com vista à eleição autárquica em outubro de 2009.
O PSD vivia acomodado ao poder, entretido em lutas internas e acreditando que a vitória era sua, independentemente do grau de esforço.
O PS mobilizava todos e com todos prometia mundos e fundos. Pois claramente que o sr. Todos não compareceu durante o mandato e talvez se deva a essa fuga a miserável performance do executivo camarário.
À crise responde-se com propaganda e os cartazes voltarão a ser colados…

segunda-feira, 25 de março de 2013

Está se bem por Ourém [03-XI]: Marketing, Propaganda…. Areia para os olhos…

O legado “Fonsêquino” na Câmara Municipal de Ourém, ao fim de 4 anos, pode-se resumir a muito pouco, quase nada.
Há uma palavra o resume: Propaganda…
Pois é, foi um mandato feito à base da propaganda, do culpabilizar uma herança pesada para nada fazer.
Primeiro, em campanha eleitoral, prometeu-se mundos e fundos. 
Quem não se lembra dos cartazes a anunciar obras faraónicas?
Piscinas, centro de congressos, vias estruturantes, foruns culturais, parques de estacionamento, delegações da câmara, etc. etc. etc.
Depois prometeu-se um 25 de Abril, quando a liberdade nunca foi tão ferozmente atacada como antes
Às acusações fundamentadas que apareceram (dívidas, processos judiciais, treinadores do futsal da Freixianda, despesas monumentais em representação, portagens, etc.), a censura do regime atacou ferozmente, vitimizando-se.
São campanhas pessoais, orquestradas para acusar pessoalmente o nosso presidente, dizia-se…
Tretas…
O pagode continuou, Lucília foi encostada, depois Nazareno.
Prometeu-se uma redução da despesa em 30% num ano. Pois ela aumentou.
Os mundos e fundos prometidos, a obra monumental, nunca avançou. Entretanto gastaram-se milhares em estudos e adjudicações a Majores amigos.
Muito se propagandeou, nada se fez.
E ao fim de 4 anos, qual a resposta perante isto?
Propaganda, muita propaganda.
Basta verem as principais rotundas da cidade, onde já aparecem os suportes para se colocarem os tão “baratos” cartazes….
O povo paga, sorri, come o porco no espeto e vota. Vai no engodo e deixa-se governar, enquanto outros se governam…
Alternativas? Existem, basta emigrar

quinta-feira, 21 de março de 2013

Tá se bem por Ourém [IX]: Campanha com recursos públicos ao jeito de Avelino


Quando um edifício público, que representa a soberania local, recebe um Secretário-Geral de um partido político, então está tudo dito.
Que legitimidade tem o atual Presidente da Câmara Municipal de Ourém para receber institucionalmente António José Seguro?
Que legitimidade tem, para no uso das suas funções, usar património público (humano e material) numa acção deliberada de campanha política?
Será que quando visitar Ourém um outro líder político haverá a mesma postura? Se vier o Jerónimo recebem-no assim?
Se vier a Catarina Martins?
É uma pouca vergonha. Mesmo…
Como é possível?
Explicam-me?
Despender tempo e recursos para, em nome da “regeneração urbana” da Avenida, encapuçando uma ação de campanha eleitoral?
Que legitimidade existe em mostrar uma obra, paga na sua esmagadora maioria pelo Santuário e fundos comunitários?
O mesmo Santuário que foi escorraçado por uma argumentação jurídica despropositada, violenta e desrespeitadora para com toda a Igreja Católica.
Povo, Povo?
E nós que somos povo? E nós que somos povo?!??!
Que fazemos perante esta corja que nos governa da esquerda à direita?
Que nos resta povo? Que nos resta? Trabalhar para que outros gozem?

Ai povo, abram os olhos..





terça-feira, 19 de março de 2013

Tá-se bem por Ourém [VIII]: Baralha e volta a dar


Sei de fonte segura que, como disse antes, o núcleo duro e restrito da Concelhia do Partido Socialista de Ourém ponderou, em tempo útil, negociar o apoio de Vítor Frazão a Paulo Fonseca nas próximas eleições autárquicas.
Esse apoio serviria para fragmentar o que resta do PSD Ourém, trazendo para as fileiras do Partido Socialista alguém que seguramente vale à cabeça pelo menos 15% dos votos.
Seria o que faltava a Paulo Fonseca para conquistar a Câmara Municipal, em grande parte por demérito do principal partido opositor, uma vez que a gestão deste tem sido ruinosa para a autarquia.
Gestão de mercearia, e à vista.
Alguém faria melhor? Não sei….
Como também disse não era com combinações que Vítor Frazão iria apoiar o PS, nem com promessas encapotadas de Tacho.
É demasiado obstinado, cego na perseguição dos seus objetivos. Antes negligente por convicção, que aldrabão por natureza, também o digo
Prova dessa obstinação é o repto que lançou aos oureenses para que apoiem o movimento independente que encabeça, na construção inclusivamente de alternativas locais (Assembleias Municipais).
No meio disto tudo resta uma dúvida. E o PSD, que tem a dizer?
Andam caladinhos que nem ratos….. ou apoiam ou retiram (o que resta) de confiança política ao homem e avançam com um candidato credível para ser uma verdadeira alternativa à política propagandista e de vitimização.

Bora lá homens, resolvam-se, cresçam e sirvam-nos. Não se sirvam…