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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-XXXI: Por favor, mais dinossauros não…


Paulo Fonseca reafirmou recentemente, segundo as notícias nos dão conta, a vontade de ser o município a gerir o Monumento das Pegadas de Dinossauros. Segundo entende o estaria em melhores condições para desenvolver esse trabalho.
Ao que parece o Estado limita-se a fazer a manutenção do espaço, sendo pois necessária a sua divulgação e o seu aproveitamento.
Parece-me bem, ou melhor parecia, se a autarquia cumprisse com as suas competências nas outras áreas.
É que esta nem a manutenção faz, da sua rede viária, do seu património, dos seus passeios e caminhos tão mal preparados para os peregrinos.
Por isso parece-me que dinossauros já nós temos muitos em Ourém, mais não, obrigado:
  • Vítor Frazão;
  • Deolinda Simões;
  • 3 ou 4 indivíduos ligados ao setor empresarial local;
  • 3 ou 4 indivíduos nos topos de carreira da administração local.;
E mais e mais e mais.
Por isso deixem os outros em paz.


sábado, 19 de outubro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXXX]: Oh Professora, por vezes calada era uma poetisa

Sinceramente,
O nosso blogue nutre um respeito genuíno pela Professora Deolinda Simões, como de resto ainda fizemos questão de salientar no último post, em que nos referimos a ela. Vejam aqui.
Quando seriam de esperar palavras de simpatia, recíprocas, eis que a resposta da Professora, hoje de manhã, foi esta:

Professora, nós não andávamos calados a seu respeito, tínhamos acabado de referir-se a si como uma mulher de convicções, que merecia o nosso sinal de respeito.
Era o terceiro post em que foram expressas palavras de simpatia para consigo. Veja e depois comente com conhecimento de causa.

Sim, é verdade, irá continuar na Presidência da Assembleia Municipal. Mas orgulha-se disso?
Perdeu em toda a linha Professora, só na secretaria da AM é que foi eleita Presidente. Desta vez, Professora, não foi o povo.
Pode achar-se vitoriosa, mas aqui os Santos Tomés, têm a certeza que a Professora ontem foi derrotada em toda a linha.
Já imaginou perder para o Deputado Gameiro, há 4 anos, da mesma forma?
Duas derrotas, essa, com uma falta de humildade que não lhe reconhecia, e o facto de ter deixado discursar o Vereador Frazão, depois do Presidente, quebrando todo o protocolo que o momento solene impunha.
Vergonhoso, empossou dois Presidentes de Câmara, participou numa eleição ridícula, e pior que tudo, orgulha-se disso.

Professora, por favor. Não trate mal quem diz bem de si.
Agora tudo tem limites.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXI]: Retomaremos a emissão dentro de momentos

Sei que nem todos concordam com o que fomos escrevendo, muitos conotam-nos com forças políticas, à medida que vão saindo os nossos pontos de vista sobre o que quer que seja que achemos interessante.
A escolha de uma ementa, a negociação de um carro, a forma como vivemos e atuamos, tudo isso é política. É isso que aqui vos trazemos.
A política da vida, muitas vezes confundida com a vida da política. 
Chamam-nos burros, esculhama, replicamos, tudo com amor e em fim de linha, respeito.
Gostamos de todos, mas amamos a nossa terra.
Não vamos apelar ao voto a ninguém, vamos dizer que devem votar. Vão e mostrem que a sociedade está viva.
A partir de dia 30 voltaremos à carga, e os eleitos terão que se haver connosco. É assim que funciona a democracia.
Respeitaremos mas não nos iremos vergar às fatalidades, nem às falsas promessas. Agora é hora dos candidatos, obrigado por nos lerem, obrigado por terem feitos de nós o blogue de política mais lido de Ourém.

Agradecemos ainda de forma muito carinhosa e verdadeira os contributos e os escritos da Professora Deolinda Simões. Por mais ridículo que pareça este parágrafo ele reflete o respeito por alguém que acreditamos ser uma idealista, uma lutadora.

Infelizmente, vítima do mais brilhante orador da história democrática de Ourém, mas isso o futuro lhe fará ver. Até lá a nossa estima, Professora.


sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LX]: Burros e burros, que não estão em vias de "esticão".

A Professora Deolinda Simões, Presidente em exercício da Assembleia Municipal, qual garante da democracia oureana, decidiu desatar as abetardas no nosso blogue, retaliando dois comentários, um meu, outro do Fernando.
Sobre o meu, acerca dos cortes de pensões, que defendo na atribuição dessas reformas e pensões (efeito para o futuro e não retroativamente), respondeu:

“Não és doido, mas és burro. Como o teu amigo Marto!
Só defende o corte em pensões legalmente atribuídas quem nunca descontou para a segurança social.
Burros! Burros! Burros!”

Antes tenho uma declaração de interesses a fazer, Professora: Sou trabalhador, com 20 anos de descontos, mas nunca usufruirei desses descontos.
E a Professora? Que declaração de interesse tem a fazer? Quanto recebe por mês?
Qual era o seu vencimento?
Senão quiser responder diga antes, descontou tudo o que já recebeu?
Faça comigo as contas, se trabalhou 45 anos, descontou o suficiente para pagar 5 anos e 1 mês de pensão.
Está aposentada há quantos?
Chame burro a quem quiser, mas não trata assim os seus eleitores, porque eu não lhe chamei isso. Cada um fale por si.
Respeite os nossos descendentes, tal como o meu filho, os meus futuros netos, que dificilmente usufruirão dessa benesse paternal.
Já quanto ao Fernando, sobre o “cogumelo ilegal”, digo-lhe só que ele tem uma carreira que fala por si.
Orgulho-me de ser seu amigo de juventude. Sabe, nunca se esqueceu de onde veio. Fala sempre com propriedade, e é sobre essa que o calo lhe dói.

Se o que ele disse é mentira, desminta-o!!! Se for verdade, cale-se.


domingo, 15 de setembro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LVII]: Trapalhadas

Até estando fora vou percebendo que Ourém foi, mais uma vez, alvo de chacota, de gozo nacional.
“Os parolos que querem festival de cinema, pagam um balúrdio e não vêem nada”.
Está certo, quem tiver esse raciocínio está certo. Então é esta a gente que faz (clique para ver)?

Caros concidadãos, durante a campanha eleitoral quando vos tentarem eludir e, relembrando o passado ou novas imposições legais, justifiquem as promessas que ficaram por fazer, lembrem-nos destas misérias, das touradas e outras despesas que tal…

Professora Deolinda, que tem a dizer?
Eu é que sou a escumalha, mas sabe quantas bocas se alimentavam anualmente com este dinheiro? 
Pois é, assim realmente não há Social-Democracia que resista.



segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LIII]:Esta é para si, Professora - Escumalha?

Bem eu poderia vir aqui chamar escumalha a duas pessoas, que muito estimo e respeito, porque assim deve ser o preceito democrático. Pessoas a quem, inclusivamente no passado, por avalo técnico viabilizei apoios em diversas candidaturas. Era assim o costume.
Felizmente hoje vivo num mundo onde não é necessário nos vergarmos aos partidos, como no início da minha carreira, em Fátima. Vicissitudes de quem o mundo vai tornando fino, como me apelidou a Professora Deolinda Simões.
Escumalha significa, tanto quanto sei: ralé, escória social. Ou seja, refugo, rebotalho, resto. Tratam-se portanto de segundas alternativas, não de material de primeira.
Ou seja, segundo, na minha opinião, os candidatos à Câmara Municipal (às juntas de freguesia não conheço), não são os ideais, não representam (segundo penso) o melhor que a nossa sociedade possui disponível.
Deixo aqui um desafio:
1-      Apresentem-me as vossas propostas eleitorais, e eu direi o que penso delas.
2-      Ou melhor, apresentem-me os candidatos que consideram ser de primeira, que eu refutarei com o que penso.

Sobre alguns posso inclusivamente (são dados públicos), dar umas dicas da sua vida pública até aos dias de hoje. Pública claro, que em termos pessoais nada me opõem a ninguém.
Professora Deolinda, quer falar de processos judiciais, de empresas abertas/fechadas, ou em nome de testas de ferro para fugir a responsabilidades? Quer falar de vencimentos penhorados? De prejuízo para o erário público de empresas falidas por certas pessoas?
Quer por as cartas na mesa?
Joguemos-las para que não se iluda o eleitorado sobre gente que faz, ou outros que prometem vir a fazer, mas que a única prova que conseguiram dar foi enterrar um clube de futebol, ou alinhar o bigode.
Se pensa ser uma discípula de Sá Carneiro, só lhe tenho a dizer isto:

“Mantemos sempre o rumo inicial, social-democrata, como temos feito com coerência e honestidade e continuaremos a fazer. Parece-me que o melhor serviço que os partidos podem prestar ao povo português, correspondendo assim às suas responsabilidades, é manterem sempre uma linha de coerência e de não inflectirem a sua orientação política ao sabor das variações do eleitorado.
É isso que o nosso partido tem feito e fará – e essa é sempre a minha orientação.”

Sá Carneiro, dia 20/05/1976.

Ponha a mão na consciência e ajude a proteger a nossa terra, a que muito me orgulho de pertencer, apesar de ser português em primeiro lugar, tal como a D.ª Deolinda.

Abraço patriota!

Hoje o Homem até torceria o nariz

domingo, 8 de setembro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LII]:Deolinda ataca Albuquerque no nosso café?

Sim, é verdade, Deolinda Simões, aproveitou um dos posts do Fernando para mandar uma ferroadela em Albuquerque, afirmando: Eu sempre disse que esse rapaz [Luís Albuquerque] era uma caso perdido. Nunca respeitou os ensinamentos de Sá Carneiro e isso é lamentável.
Fico triste com o teu protagonismo Fernando. Ando eu aqui a tentar aguçar a malta e tu, sorrateiramente, metes os lobos às bulhas.
Aguardo a tua resposta, se preferível quero ver mais episódios na novela!
Sá Carneiro como todos sabemos era um patriota, um social-democrata íntegro. Começou na ala liberal na primavera Marcelista e participou na génese do grande partido de Deolinda Simões, o Partido Socialista.
Ah, nada disso, do PPD/PSD, que raio, ando sempre a confundir as coisas…
Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades. 
Quando comiam do mesmo tacho amavam-se, agora odeiam-se.
Fernando, não lhes dês tréguas…

Abraço de solidariedade companheiro.

Tesourinho da Social-Democracia Socialista 

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXXIV]: Com compromissos se morre, com compromissos se mata…

O ditado é mais “Quem com ferros mata, com ferros morre”, mas em Ourém esse ditado é por esta altura diferente.
Com a lei dos compromissos se morre, mas com ela também se mata.
Senão vejamos, o município de Ourém conseguiu, graças à intempérie de janeiro, uns dinheirinhos, com o qual comprou umas massas betuminosas.
Agora pode-se propagandear obra, nem que seja uns meros buraquinhos tapados.
O buraco real do município, esse cada vez está maior.
É questão para se dizer que se o tempo, ao Gaspar, prejudicou o país, por aqui até deu um empurrãozinho…

sábado, 6 de julho de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXXIII]: “Publicidade não endereçada aqui não, obrigado.” - Oh Deolinda

Há dias em que me apetecia ter no correio da minha casinha domingueira um autocolante a dizer: “Publicidade não endereçada aqui não, obrigado”.
Não sei se seria suficiente para não me depositarem um Infomail de um partido, mas pelo menos marcaria a minha posição face a algo que é mais publicidade que o melhor sketch da Coca-cola.
“Na política não pode valer tudo”, dizia Deolinda Simões, lida precisamente no dia em que Gaspar deu de “frosques” e Portas seguiu-lhe o caminho.
Curioso, pois é!!!
Mas sinceramente, Deolinda, achas que não política não pode valer tudo?
Que legitimidade tens para o afirmar? Sinceramente…
Que exemplo dás aos nossos jovens, partidários, apartidários, confiantes, ou descrentes?
Dás o exemplo que na política afinal vale é tudo, na política tudo serve para atingir os objetivos.
Tiveste 34 anos num partido que fundaste e não te revês nele?
Então luta, muda-o, ajuda-o a servir a sociedade. Ou serviste-te foi dele?
Pareces o homem que constrói a vida ao lado de uma mulher, e quando ela envelhece deita-a fora…
Os partidos são descartáveis, já não vais para nova, e para te manteres na tona tinhas que mudar de casaco. Então fizeste-o.
Na política para pessoas como tu, Deolinda, vale mesmo tudo !!!
Achas que te colocas ao lado de um homem, de valores, tolerante, etc…
Oh Deolinda, acreditas nisso?
Ficas-te ao lado de um político mais que tradicional, que nunca usaste enfrentar, que te engraxou os sapatos todos os dias do seu mandato, engraxadela que tão bem te soube.
Lembras-te aqui dos Monfortinos? Que desconfortante, agradar a gregos e troianos.
Dizes que lutaste com ele em muitas frentes? Quais ganharam?
Das apresentadas nenhuma. Nem tu nem ele.
Deolinda, para ti, tudo vale, a cadeira onde te irás sentar reconforta-te.
Se te dizes tão integra, se querias ajudar a crescer e valorizar a democracia, sacrificavas o anseio de poder, tinhas tentado que o teu partido fosse a alternativa que dizes que não representa (que fizeste para o mudar?).
Porque assim, Deolinda, sabes o que temos?
Três maus candidatos, um concelho a marinar, a perder a dinâmica. É sofredor ver na administração um ente mumificado, quando se tenta gerir emprego e criar riqueza.
Requalificar zonas industriais (já agora onde é que elas existem?), novas ligações, elefantes brancos, é isso a que te propões?
Francamente, paguem as dívidas criadas pelo teu novo partido e pelo teu ex, sejam maduros e capazes.
Tenham consciência, lembrem-se que há quem sofra para ter algo, quem esteja a passar muitas dificuldades, quem vê em vocês uma cambada de bandoleiros.
E sabes, Deolinda, têm razão. Para vocês vale tudo!

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXXII]: Em tempos de crise, aposta na amizade e reforço da obra feita…por outros

Como havia dito para andar na política, a nível local ou nacional (né Maria da Lurdes Albuquerque?!), é necessário uma grande cara de pau, é preciso uma grande falta de vergonha.
Que o diga a Deolinda e o Paulo, que “inauguraram” um jardim com 20 anos.
Sim inauguraram, porque substituíram a placa respetiva, mantendo apenas uns azulejitos, junto ao chão, alusivos esses sim à verdadeira inauguração.
Qual o objetivo?
Mostrar obra como diz o jornal?
Só se for a feita por outros, porque para mal* (ou para bem para não haver elefantes brancos), as únicas obras do PS foram um túnel pago pelo Santuário, uma avenida paga pela UE (que a câmara embrulhou e parece ter que indeminizar alguém em 6 milhões), e outras obras de cariz cultural muito relevante.
Um festival de cinema, um fórum cultural, uma tourada, ups….
Desculpem, enganei-me.
Essas “obras não foram realizadas”, mas já custaram ao povo mais de 200 mil euros…

*Tiro o chapéu e reconheço que tem sido feita uma esforço significativo no apoio social, nomeadamente às diversas IPSS (viva o PAEL)...

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXIX]: Criatividade em tempos de crise…

Em tempos de crise há que ser inventivo, criativo. Há que ter olho, visão estratégica, fitar um destino que amaldiçoa, que castra o desenvolvimento.
Graças ao destino que temos ao leme da nossa autarquia grandes prodígios, políticos sérios, honestos com capacidade de trabalho.
Sempre assim foi, sempre assim será.
A política atualmente é como a cola caramelizada que atrai as moscas…
Só m*r*a.
Sim, só *e*d*!!!!!!!!!
É vê-los todos em propaganda, em todas as festas e arraiais, em tudo o que é atividade civil, lá estão eles com o cheiro a podre, a apropriar-se das mais genuínas manifestações de fé, de costumes e cultura do povo.
E o povo fica contente, ao ver a “chicalhada” desfilar.
E desfilam, passam de passerelle em passerelle.
“Espera, quem é aquela baixota nas festas da Lomba D’Égua abraçada ao Heitor?”
“Não era do PSD”?
BSSSTTTTTTTTTT só moscas…
O que interessa é o povo andar contente, já os cães (como eu) vão ladrando, mas a caravana passa.
Os políticos são tão inventivos que inauguram, ou quase, o parque linear, um jardim (com mais de 20 anos), um mercado municipal…
Brilhante, em tempos de crise é obra: uma cidade com dois parques lineares?
Dois jardins com o mesmo nome?
Dois mercados?
Não, são os mesmos, mas há que ser inventivo, oh idiota!
Sim, eu que sou idiota, não chego a tanto.
Apesar de tudo ainda tenho vergonha, há quem a tenha perdido há muito.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXII]: Sr.ª Deolinda, “Acha que deve continuar como presidente deste órgão?”

Sr.ª Deolinda, “Acha que deve continuar como presidente deste órgão?”
Foi desta forma que a bancada do PSD interpelou a Presidente da Assembleia Municipal de Ourém, em exercício.
Isto aconteceu depois da Presidente ter declarado à Assembleia que se havia desvinculado do PSD, passando a assumir o mandato como independente.
Os sociais-democratas ripostaram dizendo que esta não tem condições para exercer um cargo, onde está porque simplesmente foi eleita pelo PSD.
Foi uma troca de argumentos em género de Chá/Fado que feriu os tímpanos do maior partido da oposição, da Sr.ª Deolinda, mas que soube à mais bela melodia a Paulo Fonseca, a José Alho e companhia.
Enquanto uns roíam as unhas, outros sorriam, porque lhes sabia bem.
O PS é inteligente, está unido por algo muito forte, o poder.
Porque não tenham dúvidas, se fosse ao contrário, se os atores trocassem de partido, seria tudo igual.
Eu não me esqueço que ainda há muito pouco tempo se estudava no seio do PS Ourém mais elitista o “despedimento” de Lucília Vieira e de Nazareno do Carmo.
Tal só não se consumou porque não vale a pena.
A batalha aproxima-se da vitória, não é necessário abrir feridas.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXI]: 2 a 1 Ganha o PS de Fonseca, no jogo da zanga das comadres……

Que grande GALO no PSD….. Ups grande Golo de Fonseca….
Na sequência do último post do Carlos [Café-Expresso], onde chamava de Troca-tintas à Sr. Presidente da Assembleia Municipal de Ourém, gostaria de comentar uma notícia do Mirante.
De facto a Sr. Professora Deolinda Simões é candidata à Assembleia Municipal de Ourém, situação que fragiliza a candidatura do PSD/CDS à Câmara de Ourém, mas que põe a nu e que descredibiliza todo um percurso feito por esta política.
De fundadora do PSD local a sua hipotética destruidora.
Mais uma vez se prova que quem vive em política, e da política, tem uma sede de poder imensa.
A Sr. Presidente foi sendo vendida ao longo do mandato, passando a tomar partido pela posições da Câmara Municipal, o que desde cedo criou fortes clivagens no PSD local.
Desde as guerras fratricidas entre Moura-Albuquerque-Frazão, que o Partido Social-Democrata tem sido um jogo de tabuleiro, um enorme saco de gatos a esfarraparem-se.
Esta saída de Deolinda é apenas um capítulo desse jogo, um capítulo que significará muito em Outubro.
De entre estes jogos de interesses, de comadres e compadrios existem beneficiados e prejudicados:
Beneficiado: Paulo Fonseca e o PS de Ourém que souberam capitalizar este descontentamento de Deolinda Simões;
Prejudicados: o PSD de Ourém na candidatura de Luís Albuquerque, e a própria Deolinda Simões, que vê o seu nome empoeirado.

Empoeirado sim, porque com esta posição está a ratificar e a tomar partido por um executivo que, infelizmente, pouco tem feito pelos Oureenses/Fatimenses, por um executivo do show-off, da propaganda, das palavras bonitas. Um executivo sem visão estratégica, sem obra, sem capacidade nem controlo da despesa pública, sem estofo para ter arrumado a casa e por o concelho a crescer.
Um executivo que prometeu um 25 de Abril mas que fala constantemente em terrorismo, e que não gosta de opiniões divergentes.