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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Relvas Filosóficas: O poder trás dinheiro e o dinheiro trás mais poder [escrito antes dos Juízes irem à TV]

Antes que o Tribunal Constitucional se pronuncie sobre o OE para 2013 apetece-me escrever um pouco sobre dois grandes Doutores deste País: Miguel Relvas e José Sócrates.
Nem o Línic me tira a caspa que estes senhores me fazem criar.
Não deve haver pior em democracia que este tipo de políticos, oportunistas, mandriões, corruptos.
Como é possível alguém ganhar milhares e possuir milhões, em empresas com testas de ferro, em offshores em nome de familiares.
Como tudo lhes é possível, como?
Cursos sem aulas, cursos ao domingo, é o que se queira.
O poder trás dinheiro e o dinheiro mais poder!
Como é possível Sócrates mentir, dizer que pediu um empréstimo para estudar em França, quando mal saiu do governo comprou uma viatura de 95 000 €, uma casa em Paris, uma outra viatura de 40 000 €. De onde vem esse dinheiro?
Só tinha uma conta? Agora um agricultor encontrou 263 cheques de uma outra?
Porque não se investiga o enriquecimento ilícito?
Não interessa é inverter o ónus da prova…. Tretas….
Quem faz as leis protege-se.
Juntem-nos os dois na RTP, ou então numa jaula do jardim zoológico, junto dos leões.

domingo, 24 de março de 2013

Premissas verdadeiras: Alves dos Reis…


Em investigação criminal existe um pressuposto fundamental, que é muitas vezes invocado e considerado: 
O Princípio de que o Criminoso volta sempre ao local do crime.
Os mais novos podem achar que é apenas um mito urbano, uma qualquer ideia que foi crescendo no cérebro ultrapassado dos mais velhos. Enganam-se.
É um princípio relevante e a considerar.
Querem um exemplo: José Sócrates, voltar a Portugal.
Nada melhor exemplo, um grande criminoso volta ao local onde cometeu o crime.


sexta-feira, 22 de março de 2013

Paradoxos

Num mesmo dia o Partido Socialista decide avançar com uma Moção de Censura ao Governo e a RTP anuncia a “contratação” de José Sócrates como comentador político do canal.
Num mesmo dia os portugueses vêm se confrontados com um passado recente que ajudou ao seu enterro. Infelizmente os coveiros do país decidem reaparecer no mesmo dia.
Eu não me esqueço da forma conivente como António José Seguro aguentou os anos do governo socrático, falando pouco, criticando pouco, mantendo o seu rendimento mensal enquanto deputado da nação, aguardando na fila de trás a sua oportunidade.
Os portugueses despenderam milhares de euros para Seguro reaparecer agora como suposta alternativa.
Acham que este senhor, Seguro, tem essa política alternativa?
Acham que uma moção de censura irá beneficiar o País?
Eu não acho, defendo que o Governo chegue ao fim do seu mandato. Acho que existe um discurso demasiadamente demagógico em torno de toda a situação do País (ainda recentemente criticou a extinção de freguesias, quando foi o seu partido que a propôs à Troika).
Se perguntarem o governo tem estado bem?
Eh pá não!!!!!!!!!!!!!!!!!
Seguro fará melhor?
Eh pá não. E estar o país em banho-maria durante 3 meses para eleições, também não. Seguro vacilou às pressões internas e externas dos partidos da esquerda.
Agora olha, é aguentar, sabendo que, na RTP, ou em São Bento, estes senhores sempre tiveram a mesma visão do País, viveram sempre à mama do estado que sempre ajudaram a delapidar.

O regresso do ET