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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

A idade é um posto

Quando chegamos aos 50 anos vamos percebendo algumas coisas, entre elas duas:

  • Já não raciocinamos da forma expedita de quando tínhamos 25;
  • Por mal dos nossos pecados os jovens começam a ultrapassam-nos.
São dois ensinamentos que começo a colher, e vou pondo as barbas de molho, já que quando chegar aos 60 ainda vou sentir de forma mais violenta essa realidade. Resta-me jogar por antecipação, usando a experiência.
Por estes dias existem duas personagens políticas em Portugal que deviam colher esses ensinamentos:
Mário Soares e Rui Machete.
"Porque não se calam?", eis a questão!!!
Quando Passos Coelho convidou o ex-BPN, certamente fê-lo por ser um homem calejado, por entender que Rui não iria claudicar perante a pressão externa exercida ao seu governo.
Enganou-se, o homem não dá uma para a caixa.
Por estes dias anda bem coadjuvado com Mário Soares, que decidiu andar por aí a mandar umas bocas que, infelizmente, só denigrem a imagem do "paizinho" da democracia.
Enfim, porque não se reformam e deixam o país em paz?!?



terça-feira, 12 de março de 2013

Legitimidade para estar calado…

Mário Soares escreve hoje no Diário de Notícias que a indignação pode tornar-se violenta, no mesmo registo que tem sido utilizado por outras personalidades, em especial os militares.
Nós não chegámos ao fim do poço hoje, temos vindo a descer vertiginosamente desde o último resgate do qual fomos alvo. Sempre fomos deficitários, sempre tivemos uma economia de pés de barro.
Tanto este senhor, como os militares, o atual Presidente, são um conjunto de personagens que nos trouxeram aqui.
Hoje falam com uma autoridade que nos quer fazer querer que houve outros que nos lixaram a vida, outros, outros, outros…
Não Dr. Soares, não foram outros!!!
Foram outros e o senhor. Foram vocês, todos juntos que, por incapacidade, ou por avidez de riqueza nos trouxeram até aqui.
Você uma vez espezinhou uma bandeira portuguesa em Paris, lembra-se?
Pois, nessa altura era um anjinho, e aquele ato simbólico foi a antecâmara do que depois viria a fazer no poder:
Espezinhou-nos, foi um Primeiro Ministro casual, um Presidente da República conivente. UM CHULO.

Preocupou-se mais com a lusofonia, com Angola, do que com tudo o resto. Tudo o que conseguiu politicamente não foi mais que o trampolim para conquistar tudo aquilo que é oculto ao povo.

Por isso meta o pagode dentro da sacola, vá para o lar e de lá incite à revolução, mas a uma revolução que atinja a ementa diária, que se preocupe com as atividades de envelhecimento ativo da instituição.

Deixe de ser ruído num país onde não é mais a solução, porque na realidade também nunca o foi!!!

segunda-feira, 11 de março de 2013

Se me pagassem também estaria triste…

Não deixei de registar com tristeza o desaparecimento de Hugo Chávez, que apesar de tudo fez muitas coisas boas em prol do seu País.
Também registei a tristeza do grande estadista Mário Soares, que perdeu um amigo.

Ou será ele um grande oportunista?
Sei de fonte segura, que o apoio que Mário Soares prestou a Chávez, nomeadamente nas eleições presidenciais de 2007, foi pago!!!
E bem pago.
O veículo utilizado foi a Fundação Mário Soares, onde o venezuelano depositou avultada quantias.
Grande parte da comunicação social portuguesa soube deste facto, que omitiu para imacular a imagem do Socialista. Contudo, aqui no café não deixamos passar isso em vão.
Obrigado à fonte de informação, Inês Serra Lopes, antiga Diretora do Independente.
Corja...