sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXXIX]: Dilemas, falsos moralistas e patriotas desterrados

Caros amigos, luta autárquica aqueceu na nossa terra.
Neste momento fervilha o interesse pelo poder, fazem-se contas, artilham-se estratégias e usam-se todos os meios.
Daí ser natural surgirem iniciativas na blogosfera encapuçadas de independência, maquiadas de divulgação livre de ideias, que servem para promover candidaturas.
Não contem com este blogue para isso.
Continuaremos a defender aquilo que consideremos correcto, em desfavor das guerras de interesse. Obviamente que o Café Expresso e o Fernando Marto são cidadãos, e portanto têm preferências ideológicas.
Mas isso não serve para fazer política, nem este blogue é esse veículo.
Aqui defendemos a pluralidade de ideias, o debate e a denúncia pública da negligência como algumas pessoas exercem o poder, a bem ou a mal. Custe a quem custar.
Primamo-nos pela verdade e não aconselharemos o voto em nenhum dos 4 candidatos à Câmara Municipal:
1-      Paulo Fonseca é só folclore, promessas e compromissos falhados, nada do que prometeu cumpriu, adjudicações a amigos, uma vida retalhada de insucessos e jogatanas empresariais. Uniu o que parecia pouco provável, os 4 vereadores atuais na lista às próximas eleições. Depois de tanta guerra, é obra.
2-      Luís Albuquerque é um herdeiro de um apelido, fraco de ideias e de movimentos, falta de capacidade de liderança, de unificação do partido. É resguardado pela velha guarda caduca do partido, mas representará o fim de ciclo para essa geração. Moura que está ao seu lado será o seu coveiro político.
3-      Vítor Frazão é um bigode, só tem piada por isso. Do eterno humanista ao eterno demagogo, promessas, implicâncias, rectidão de discurso, percurso trôpego, em busca de um lugar ao sol. Os simpatizantes do MOVE são apenas o veículo da sua ambição. Conseguirá ser vereador graças ao que foi enquanto autarca. Não acrescenta nada.
4-      O candidato da CDU não merece nenhum reparo, se ultrapassar os 700 votos será um feito.

Amigos, não vos aconselho a emigrar, mas aqui em Ourém a partir de dia 29, nada de novo. Com os mesmos ou outros estaremos condenados…

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Coragem João

Na política não vale tudo, e não podemos deixar sequer que valha tudo. Na política a solidariedade tem que existir, o apoio e o carinho dos homens também.
Durante estes dias o nosso blogue calou-se, a nossa equipa solidarizou-se com a família do João Heitor.
João a vida é uma passagem para a outra margem, como dizia a música.
Tem coragem e força.
Quem nos ama, independentemente de onde esteja, vai olhar por nós, acarinhar-nos.
Ânimo João.
Abraço da nossa equipa.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXXVIII]: Gestão e rigor e 65 mil euros para os pardais …

Mais um elefante branco, e claro 65 mil euros para os pardais, já pagos pelas obras executadas.
Agora é aguardar pelo próximo quadro comunitário de apoio, ou para o outro que virá…
Verdade, rigor e gestão de merceeiro, ou de coelheira, é o que se vê por Ourém.
Mete pena…
Há pessoas a quem a gravata deveria dar para estrangular, não para enfeitar.
E com isto tudo os fornecedores da Administração Pública, esperam e aguardam pelos pagamentos legítimos.
Francamente.
Que se pode esperar? A Câmara é governada por gestores falidos e funcionários públicos amadores.
Que se quer?
Desculpem a minha ira, mas hoje fartei-me.
O Pavilhão por acaso era preciso?
É que se tiverem mais 65 000 euros a estorvar falem comigo, que eu sei muito bem onde os aplicar.


segunda-feira, 29 de julho de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXXVII]: Mercado Munial - Lei dos compromissos inviabiliza saco de cimento cola...

No dia do município de Ourém, a 20 de junho passado, foram feitas diversas diversas homenagens legítimas, maqueadas de inaugurações.
Música e foguetório, fotografias e rabanetes.
O normal numa cultura propagandísta, que se esconde numa lei dos compromissos, mas que não esquece cartazes e fanfarras, particularmente na campanha eleitoral que já decorre.


Mercado Municipal de Ourém, Manuel Prazeres Durão, muito bem, justo.
Agora gostaria de saber o nome do artefacto em baixo, não é o mesmo?
Ah, não este é o Mercado Munial de Ourém. Completamente diferente.




quinta-feira, 25 de julho de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXXVI]: Nem tudo é má herança - E legalizar a congregação na Estrada da Batalha?

O Jornal Notícias de Ourém, de dia 19 de julho, vem relatar (e bem) a situação precária de muitas empresas localizadas na zona industrial de Casal dos Frades, que por inexistência de licença de utilização têm que se haver com diversos problemas.
Não basta a conjuntura, ainda estas situações injustificadas do suposto ordenamento do território…
De facto é uma má herança que existe a nível nacional, uma vez que grande maioria das estruturas produtivas têm problemas de licenciamento urbanístico.
Contudo, nem tudo é má herança, uma vez que se encontra, por exemplo, em construção uma congregação em Fátima completamente à revelia do que diz o plano de urbanização para aquela área.
É questão de perguntar, e agora?
É que o licenciamento é nulo e as consequências podem ser graves…
Perdas de mandato, indemnizações, etc..
É triste ser detentor de terrenos nas proximidades nos quais nada se pode executar, enquanto noutros lados se fecham os olhos a determinadas situações, como esta.
Sugiro ao Notícias de Ourém que vá preparando outra capa, na qual inclua a fotografia da dita congregação com o título “Por legalizar”.


terça-feira, 23 de julho de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXXV]: De volta dos aiatolas, à terra dos índios: ups…. E agora? Tinta de água?

Obrigado Café Expresso, pela menção, de facto tive uma semana muito interessante pelas terras do Irão, conseguindo levar e mostrar que os produtos portugueses têm sucesso por terras e mercados distintos.
Já tinha estado naquele país, em representação de empresas portuguesas de mármore e outra de ferro (empresa esta do concelho de Ourém), cabendo-me agora a tarefa de assessorar, com sucesso, mais um negócio na área dos plásticos, atividade em crescimento e com forte pendor exportador.
Falamos de investimento, falamos de economia fervilhante, mas, claro, falamos de exceções. A maioria do tecido económico passa severas dificuldades, por falta de capacidade adaptativa, ou simplesmente, porque tem que ser.
Em Fátima, dado existir matéria prima de excelência (nada tem a ver com a atratividade económica do concelho), vem existindo a pretensão de se instalar uma empresa de fabrico de cal. Tem sido, contudo, um processo mal gerido, pela administração local e central, nomeadamente no que respeita à declaração ambiental proferida para a área junto do Moimento.
Agora, avança-se para um localização alternativa, supostamente melhor, e … zumba!!!
Críticas da população e da “malta verde”.
A bem, ou a mal, nem sei bem, o que sei é que nem um ex-Quercus, agora Vereador, safa o imbróglio que tem sido a gestão do licenciamento da Microlime.
É que das duas uma:
Ou se assume que se quer, ou que não se quer.
Agora destruir a natureza só porque sim, parece-me mal. Isso, Café Expresso, realmente vê-se no Irão, mas, até lá existem pessoas mais capazes de resolver os seus problemas que cá.
Será das burcas?
Os homens do poder andam muito distraídos com rabos de saias?
Pode ser uma hipótese, mas caramba, disfarcem melhor que são competentes…
É que assim todas as pessoas percebem… que não são!

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXXIV]: Com compromissos se morre, com compromissos se mata…

O ditado é mais “Quem com ferros mata, com ferros morre”, mas em Ourém esse ditado é por esta altura diferente.
Com a lei dos compromissos se morre, mas com ela também se mata.
Senão vejamos, o município de Ourém conseguiu, graças à intempérie de janeiro, uns dinheirinhos, com o qual comprou umas massas betuminosas.
Agora pode-se propagandear obra, nem que seja uns meros buraquinhos tapados.
O buraco real do município, esse cada vez está maior.
É questão para se dizer que se o tempo, ao Gaspar, prejudicou o país, por aqui até deu um empurrãozinho…