sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Reciprocidade?

O Jornal de Angola, país no qual Portugal possui muitos interesses económicos, voltou a atacar ferozmente o nosso país.
Escreve o Jornal que:
"É altura de dizer basta. A Bandeira, o Hino Nacional e o Presidente da República de Angola são os símbolos da nossa pátria. Não podemos admitir que em Portugal, políticos e jornalistas, intelectuais com ideias submersas em ódios recalcados não respeitem os nossos símbolos nacionais e desonrem os titulares dos nossos órgãos de soberania".
Credo, que veleidades. Recalcamentos há muitos, mas a elite angolana tem que encontrar reciprocidade nos moderados portugueses, não julgar o país por alguma eventualidade que entendam justa.

Precisamos muito deles, é o que vale, temos que tolerar (quase) tudo.


quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXIVII​]: Só se admira quem quer, PJ e CM de Ourém

Há pessoas que se surpreendem, outras como eu, encolhem os ombros e pensam:

1-     Não me espanta, não há fumo sem fogo.

Ou ainda:

2-     Eu não metia as mãos no fogo por ele.


É que dessa humilhação nem os amigos Maçons o safaram!

Pois é, até prova em contrário, todos somos inocentes.

Mas uns mais que outros.

Calma, não há histórico de condenações por corrupção em Portugal, apesar de sermos oficialmente um dos países mais corruptos do mundo.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXIVII]: Palhaços a sério

Quando hoje cheguei a Ourém cruzei-me com uma carrinha, com uns altifalantes, a anunciar um qualquer espectáculo.
De repente pensei: “Mas as eleições já foram, ainda andam em campanha?
Afinal era mesmo para um circo real, não um circo simulado.
É bom ver que o circo chegou à cidade, pelo menos podemo-nos rir do marasmo, com palhaços verdadeiros.



Tá-se bem por Ourém [03-LXIVI]: O outro vencedor da noite autárquica oureense

Um senhor.
Na política há eternos vencedores, atores que não precisam de votos para terem a nossa admiração, não precisam de cativar multidões para que estas fiquem cativadas a eles. São pessoas de valor, com valores, que merecem o carinho de todos, ganhando ou perdendo.
As percentagens pouco/nada contam quando falamos de pessoas como o Dr. Sérgio Ribeiro: Os vencedores somos nós, oureenses/fatimenses, por possuirmos tamanho ativo na nossa Assembleia Municipal.
A CDU voltou a eleger um elemento para este órgão, do qual esperaremos sempre o mesmo esmero, a dedicação que nos habituou.

Na política ainda há coisas, a democracia é uma dela. 



segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Eu e mais 45.410 eleitores

O nosso partido era o Porto, foi este o mote que levou o RUI à liderança da segunda autarquia mais importante do País. Uma chapada de luva branca aos partidos políticos, uma vez que os grupos independentes ganharam em toda a linha na maioria das freguesias portuenses.
Fico feliz por, de forma residual, ter participado no projeto do Rui Moreira. Boas propostas, um programa robusto nas áreas da economia, inovação e emprego, desde o Mercator ao novo centro de congressos.

Não fiquei para a festa, mas fiz parte dela. Força nessa liderança a norte.

Ps: Pela primeira vez votei fora de Fátima, modernices do chamado cartão do cidadão. Mas por ti Rui, valeu a pena.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXIV]: Primeiro o 25 de Abril de 2009 e agora o PREC de 2013?

Paulo Fonseca foi, a seguir a Deolinda Simões o grande derrotado da noite. A festa em Ourém soube a derrota, bastou comparar o “entusiasmo” de dia 29 com aquele que presenciei em 2009, do qual fiz parte.
A demagogia, a promessa barata, a suposta retidão de perfil, seriedade política, desvaneceu-se completamente, num discurso que já conteve palavras como consenso.
O povo de Ourém acordou, percebeu que não vale a pena se iludir: PS, PSD/CDS, trazem-lhe os mesmos ganhos, os gastos é que podem ser diferentes.
Foi uma derrota a 3, não uma vitória a 4.
Segue-se um cenário terrível, com os devaneios do bigode a poderem imperar.
1 - Que lugar restará a José Alho? Haverá um lugarzinho dourado para ele?
2 - Que arranjos haverá no elenco governativo?
São questões que vão interessar o debate político oureense.
Agora, quem tem toda a máquina governativa na sua mão, o aparelho de comunicação oficial, e não ganha por 10%, é derrotado (quanto mais por apenas por 120 votos).
Uma última palavra para a Professora Deolinda Simões, de gratidão, já que muito provavelmente não irá assumir o seu mandato. Uma palavra de apreço e agradecimento por alguém que, de forma abnegada, ideológica e transparente, vivenciou a vida política oureense.
Das poucas pessoas que o fez com carácter, com determinação, estoicamente e com pouco em troca.
Sem lugar, sem tachinho, sem emprego.
São palavras justas, senhora Professora.

Abraço de um sempre aluno.


quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXIII]: E a última recordação é a que conta…1500 euros para os pardais…

Transparece daqui que, em Ourém, só se soube a data das eleições autárquicas em setembro, que estas eram uma realidade desconhecida e, por isso o calendário das diversas reuniões não foi adequado atempadamente.
Daqui se mostra que o rigor na causa pública é algo que existe sempre em doses QB. 
Primeiro está o interesse pessoal, depois o partidário, e só no fim o interesse global.
Ora, por exemplo, 1500 euros davam para mais de 300 refeições para pessoas carenciadas. Quantas pessoas no concelho, por estes dias, não têm uma refeição equilibrada em termos nutritivos?

Pois, 300 podiam ter um dia mais feliz. Seria a chamada social-democracia, o estado de bem-estar social a funcionar, tal qual Sá Carneiro desejaria, não é Professora?