quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXXXIX: OH FÁTIMA, ADEUS?

Não vou escrever muito, porque quem mais “fala” mais erra.
Além do mais estou um pouco afastado da realidade do “meu Fátima” para conseguir ter uma opinião segura e firme.
Sei contudo que as coisas não vão bem e, ao que parece, o famoso investidor é apenas e só mais um buraco que apareceu em terras de Fátima.
É triste, de ex-promessas de campeonatos maiores, ex-internacionais, até à debandada de alguns dos melhores jogadores (Kata, Pedro Emanuel, etc.). Dos salários em atraso, à instabilidade na equipa técnica, tudo acontece e a vida não vai fácil para as hostes grenás.

É pena, muita pena, mesmo.

Saudades?

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXXXVIII]: Estremaduras e Ribatejos

A Associação Ambientalista Quercus voltou a colocar Ourém no mapa, depois de denunciar irregularidades no processo de licenciamento de uma Fábrica de Cal.
Parece um episódio repetido de uma novela gasta, mas é algo que começa a ser recorrente no nosso concelho: Quercus + processos esquisitos + CMO + Fábrica de Cal.
Que bela receita, de uma malga que nunca mais tem fim.
Sinceramente não consigo descortinar a verdade, e por isso limito-me a relatar o que vi/ouvi/ li, em especial aqui na RTP.

O ambiente não é tudo, mas o “desenvolvimento económico” tem que ser regulado, as leis existem é para serem cumpridas.
Portanto, com ponderação digo apenas: Entendam-se!


segunda-feira, 11 de novembro de 2013

A idade é um posto

Quando chegamos aos 50 anos vamos percebendo algumas coisas, entre elas duas:

  • Já não raciocinamos da forma expedita de quando tínhamos 25;
  • Por mal dos nossos pecados os jovens começam a ultrapassam-nos.
São dois ensinamentos que começo a colher, e vou pondo as barbas de molho, já que quando chegar aos 60 ainda vou sentir de forma mais violenta essa realidade. Resta-me jogar por antecipação, usando a experiência.
Por estes dias existem duas personagens políticas em Portugal que deviam colher esses ensinamentos:
Mário Soares e Rui Machete.
"Porque não se calam?", eis a questão!!!
Quando Passos Coelho convidou o ex-BPN, certamente fê-lo por ser um homem calejado, por entender que Rui não iria claudicar perante a pressão externa exercida ao seu governo.
Enganou-se, o homem não dá uma para a caixa.
Por estes dias anda bem coadjuvado com Mário Soares, que decidiu andar por aí a mandar umas bocas que, infelizmente, só denigrem a imagem do "paizinho" da democracia.
Enfim, porque não se reformam e deixam o país em paz?!?



sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXXXVII]: Governabilidade Qb.

A governabilidade na versão Frazão/Fonseca é algo digno de ser considerado caso de estudo. 
É uma governabilidade qb.: Em doses diversas, consoante o gosto do protagonista maior. 
Já todos perceberam que essa governabilidade vai causar grandes dores de cabeça a Fonseca, pois do parceiro de "coligação" pode esperar tudo, menos  previsibilidade.
Como é que alguém percebe que, numa matéria sensível como o IMI, hajam duas propostas diferentes, uma do executivo PS, outra do Move?
Pior, como se explica que o Move só tenha retirado a sua proposta depois de ouvido um Técnico da Câmara Municipal, já que não "confiou" na argumentação do Presidente de Câmara.
Seria de esperar uma proposta conjunta, com a garantia de ser viabilizada, mas Frazão encenou mais um golpe que visava "sacudir a água do capote".
Estamos bem tramados. 
Mais sobre este episódio aqui.


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Para Gameiro ver...

Por carolice dediquei algum do meu tempo livre, que não é muito, a analisar a balança de pagamentos do Estado.
Agora que se discute o Orçamento Geral do Estado verifiquei que, desde há mais de 10 anos a esta parte, em apenas 11 meses (desde Janeiro de 2002) houve balanços positivos.
Nos restantes registou-se um deficit da balança de pagamentos, ou seja, em 92% da amostra.
Assim não há Estado que resista, não há bem-estar social que se prossiga.
Ainda por cima a maioria desses superávites registou-se em Janeiro, mês em que os pagamentos são reportados maioritariamente para os períodos seguintes.

Assim não há regra de ouro que nos valha…

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-LXXXVI]: Incompetência…

Segundo um Dicionário da Porto Editora Incompetência traduz uma característica de inabilidade, inaptidão. E é isso mesmo que melhor caracteriza o processo do Posto de Turismo de Fátima.
Por culpa da Região de Turismo do Centro, ou não, mas isso é o que menos interessa, estamos a passar uma imagem miserável de Fátima, do Concelho de Ourém e do nosso País, aos turistas que nos visitam.
Como é possível a situação ainda se arrastar?
Repara-se o “posto de turismo” funciona num centro comercial, e tem sido uma senhora que o tem aberto? Mas isto é o quê?
A mercearia da esquina, que quando não está a proprietária, a vizinha vai abrir a loja para vender um kg de açúcar?
Mas vocês andam a gozar com quem?!!!
Que raio de internacionalização é esta?
Uma câmara com tantos funcionários, com empresas municipais tão gordas, e não se cria um posto de turismo decente? Em horários compatíveis?
Que raio de autarcas estes?
Junta de Fátima, então pah? Ou vocês já nem funcionam e mudaram-se todos para a SRU Fátima?
Que incompetência tremenda. Então o nosso Presidente não se andou a gabar que o tinham escolhido para a Região de Turismo do Centro?
Pois, para um lugar inócuo, como alguém um dia disse.

Trapalhões, ainda querem o respeito dos empresários.





Tá-se bem por Ourém [03-LXXXV]: Legitimidade em dia de ditados populares…

O Presidente da Distrital Socialista, António Gameiro, contesta o novo guião da reforma do Estado, conforme notícia do Jornal Expresso que pode ser lida aqui.
De facto, o guião de reforma do Estado, bem que dá azo à expressão “a montanha pariu um rato”. Contudo a postura socialista, de negação da realidade e não contribuição para a sua resolução, não é de todo a melhor.
O povo paga, e bem, para ter uma oposição construtiva, que ajude a melhorar as decisões, não a miná-las.
Depois há sempre a questão de legitimidade, é que aqui por Ourém a política e gestão pública têm sido bem amadoras, com o apoio, conivência, defesa e apadrinhamento do deputado Gameiro.
É um caso para se dizer "diz o roto ao nu".

Por isso, que “venha o diabo e escolha”. 
Estamos bem entregues.
Será um "cada um tem o que merece"?