quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Eu sou um Europeiamericanista

De Europeísta a Europeiamericanista…
Perspectiva-se lá para 2015/16 a criação da maior zona económica livre, um passo com vista à sobrevivência das economias atlânticas.
Para já esta medida tem sido apresentada como um verdadeiro milagre que visará a sobrevivência das duas mega economias. Por certo acarretará aspectos negativos.
Contudo, além de nos recolocar numa posição geoestratégica chave, representa um verdadeiro golpe de rins, com vista à sobrevivência das economias ocidentais, face às emergentes.
Só assim se poderá combater a deslealdade dessas economias, fomentando o desenvolvimento social desses países, humanizando aquilo que porventura nunca se humanizará: A economia e a avidez do lucro.

Vamos ver no que isto dá. Apesar de tudo, apesar de 2008 para cá, ainda sou um Europeísta. A ver se me torno no Europeiamericanista

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Responsabilidade Civil vs. Direito à Greve

Segundo o Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, por cada dia de greve na CP a empresa tem um custo de 1,1 milhões de Euros.
Perante isto é difícil ter uma reacção clarividente, lógica e fria.
É difícil dizer que o Direito à Greve é um bem constitucional indelével, uma garantia indispensável em qualquer sociedade igualitária e livre. É difícil engolir isso e nada dizer.
Sim, concordo com o direito à greve.
Também concordo com o direito à indignação dos utentes da CP e dos mais de 1,2 milhões de desempregados que não conseguem, mas bem que gostavam, de fazer greve.
Seria sinal que estariam empregados.
Perante isto, tendo em conta os deficits crónicos das empresas de transporte, acho que tanta greve roça o exagero, e levanta além de questões morais, a (ir)responsabilidade cível de quem as faz.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

O Alves dos Reis do BPP (acusado de Burla)…

Até trânsito em julgado todos somos inocentes, mas Rendeiro não se livra para já da acusação de fraude.
Em 2008 teve direito a um livro fantástico. Pois é, nem Alves dos Reis teve direito a um livro destes, pelo menos em vida.



Livro:  João Rendeiro - Testemunho de Um Banqueiro
A história de quem venceu nos mercados


Sinopse

«Esta é a história do banqueiro, filho de um casal proprietários de uma sapataria em Campo de Ourique, que do nada chegou ao topo no mundo das Finanças, com negócios em Portugal, Espanha, Brasil e África»
João Rendeiro é um dos investidores mais ousados e respeitados no mercado financeiro português.
Neste livro, Rendeiro desvenda a sua estratégia de fazer negócios e investir na Bolsa, bem como a melhor forma de sobreviver à crise financeira despoletada pelo "subprime".
Prefácio de João Cravinho

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

CLARIFIQUE SR. LÁPIS AZUL II

Relativamente ao suposto, ou não, problema detectado no Agroal, só dizer duas palavras:

1- Que serviços (ou serviçais) foram accionados, quando o Sepna da GNR nem sequer havia sido alertado em tempo útil, mas apenas por terceiras pessoas;

2- Que análise técnica foi efectuada em um dia?

Curiosidades. Fazem me lembrar um treinador que afinal era contínuo...



Nota 1 em 13…….. 8%

Nota 1 em 13……..
Francamente meninos Coelho, Tozé,  Portas, Jerónimo, Semedo e menina Martins.
Vocês copiaram no teste???!!!

Com que então em treze perguntas só acertaram uma?????

Ai ai ai ai, tão diferentes, tão novinhos e já a copiar?

Pois é, Portugal só tomou uma das treze medidas do Conselho da Europa para melhorar a incriminação de suspeitos e a transparência do financiamento partidário.

Haverá assim tantas diferenças entre os 5/6 meninos da turma?
Cada vez vejo menos.
Na hora de reivindicar todos abrem as goelas, quanto lhes toca na carteira, calam-se que nem carneiros.
Cartelização política, isso existe?

Senão existir aqui fica o mote para alguém desenvolver uma Tese.

Ps: Post relativo ao financiamento partidário.

CLARIFIQUE SR. LÁPIS AZUL

Apareceu um vídeo no youtube que, infelizmente, traça um cenário aterrador encontrado na piscina do Agroal.
A este testemunho o Sr. Presidente da Câmara Municipal reagiu de forma violenta, referindo tratar-se de mais um elemento de uma campanha que visa destabilizar as hostes em ano eleitoral.
A mim não me interessa nada dessas jogatanas, interessa sim, a bem do interesse público, ter elementos que sustentem a tese defendida pelo Presidente: Que tratou-se de um actor contratado.
Que venham as análises que contrariam os factos evidentes no vídeo. É isso que os oureenses querem!
Agora um Presidente, que reaja a tudo de forma incendiária como se de ataques pessoais se tratassem, já estamos fartos.
Se as pessoas não têm capacidade, tolerância, paciência e clarividência, que arrumem o instrumento e vão tocar para outra terra.
Que raio de 25 de Abril foi aquele que se viveu em 2009?
Só falta vir o lápis azul, para controlar inclusivamente o que é colocado no youtube.
Clarifique, não incendeie.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Vende-se T2 com Hall de Entrada

A entrada poente da cidade de Ourém sempre foi pontuada por um uma cratera enorme, feia provocada pelos anseios do homem em retirar à terra aquilo que lhe possa ter proveito.
Quando tudo parecia que não podia ficar mais feio, eis que pumba: FICA!

A empresa Tecnorém decidiu avançar para mais movimentos de terra à entrada da cidade, desmatando as áreas onde existia vegetação (necessária à estabilização dos inertes), efectuando alterações à topografia que já por si era tão feia.
A questão é: Tinham Licença?
Sim tinham, houve licença para que isso acontecesse.
Agora se foi uma licença administrativa, ou uma licença por conivência, não sei...
No meio desta trapalhada toda existem resíduos de construção que se encontram no meio dos entulhos…
Se fosse um particular qualquer estaria tramado da vida.
Afinal crime é crime, e todos somos iguais perante a lei (desde a constituição de 1822).
Mas as grandes empresas dão jeito não acotovelar, até porque a CMR também participou nesta folia carnavalesca.
Os porcos no espeto custam caravelas.
E assim se vai aceitando que o homem destrua aquilo que a natureza plantou.