quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Tá-se bem por Ourém 05-X:Legitimidades

O eventual governo de esquerda, que se prespetiva cada vez mais, levanta para muitos questões de legitimidade, ou melhor dizendo, de falta dela.
Por Ourém essas questões também se vão colocando, mas acima de tudo o que resalva por aqui é que de facto não é a solução mais popular.
Somando toda a esquerda no concelho não foi além dos 23,22%, uma vergonha sobretudo para o burgo socialista, encabeçado por um cada vez mais hibrido Paulo Fonseca, pelo vendido deputado António Gameiro e pelo seu apaniguado João Heitor.


 

terça-feira, 28 de julho de 2015

Tá-se bem por Ourém 05-IX: Soma nula...



João Moura foi indicado pela Comissão Política Distrital do PSD de Santarém em 4.º lugar na lista de candidatos à função de Deputado, atrás de Nuno Serra (Santarém), Duarte Marques (Mação) e Isilda Aguincha (Entroncamento).
Esta lista indicativa salvaguarda a lei da paridade, sendo que a entrada de Teresa Leal Coelho na corrida por Santarém (imposta pela Comissão Política Nacional do Partido) cria algumas dúvidas. A primeira delas é se João Moura não ficará á frente de Isilda Aguincha, dada a expressão populacional de Ourém vs. Entroncamento (nem vale a pena fazer as contas com Mação, porque Duarte Marques está de pedra e cal).
Fazendo umas simulações, dado o número de votantes por Santarém e o número de deputados a atribuir (10 embora a redução populacional do Distrito possa levar a que sejam apenas 9), as sondagens que apontam para resultados na ordem dos 37% para o PS, 35% PSD/CDS, CDU 10% e BE 6%, a distribuição será:
PS – 5 deputados;
PSD – 4 deputados (Teresa Leal Coelho, Nuno Serra, Deputado CDS, Duarte Marques).

Se este cenário acontecer resta a João Moura/Ourém um “honroso” 6.º lugar, ou 5.º na melhor das hipóteses.

Se a coligação, por seu lado ganhar (5 deputados em Santarém e/ou ganhar a nível nacional) o cenário muda radicalmente, já que Teresa Leal Coelho e mesmo Duarte Marques são personalidades “ministriáveis ou secretariáveis”.
Assim sendo o 6.º lugar passaria a 5.º, ou mesmo a 4.º, com possibilidade forte de eleição.
Vamos andando e vendo…
Para já soma nula…


 

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Tá-se bem por Ourém 05-VIII: Vamos esfrangalhar um partido???



O PSD de Ourém continua um “saco de gatos”, refém de interesses pessoais que minam qualquer possibilidade deste partido se afirmar como alternativa.
Se a governação Fonsequina tem sido baseada em erros, erros, mais erros e ainda erros, falta de estratégia, tombos, trafulhices e ziguezagues, o PSD continua com imensas dificuldades de coesão interna.
Depois das eleições para a Distrital, ganhas por João Moura a Carina Oliveira, o partido fica novamente quebrado com a constituição da lista de deputados, por Santarém, à Assembleia da República.
João Moura, uma vez na Comissão Política Distrital, julgava que o apoio da Concelhia de Ourém seria imprescindível, e óbvio, para poder “subir” na escadaria do poder, ficando em lugar elegível nessa lista. Contudo tal não se verificou.
Com o apoio dado em Ourém a João Moura, mas também a Carina Oliveira, criou-se de novo um problema que Luís Albuquerque não tinha hipóteses de contornar, face ao apetite voraz de Moura pelo poder: Não se pode tirar o brinquedo ao menino.
A outra solução, apoio apenas a Moura, criaria uma guerra com Carina João Oliveira, e com uma vertente PSD/Ourém personificada no próprio Luís Albuquerque.

Resultado: João Moura ameaça já “esfrangalhar” a Comissão Política Concelhia nas próximas eleições do PSD/Ourém.
E atenção, a expressão é mesmo essa….


terça-feira, 21 de julho de 2015

Touradas na arena socialista de Santarém



A Federação Distrital do PS de Santarém encontra-se a ferro e fogo, com a entrada em cena da Direção Geral do Partido, a obrigar a inclusão de algumas personalidades no couto socialista de candidatos a deputados.
Uma verdadeira machadada para a Federação “Segurista”, que se vê obrigada a engolir dois sapos: Vieira da Silva como Cabeça de Lista e Idália Serrão.
Os dois derrotados desta tourada acabam por ser António Gameiro, o ouriense Maçon cujos honorários rondam os 45 000 euros para vender um imóvel, e a bela Sónia Sanfona, que integrava a lista no lugar agora de Idália Serrão.
Quem perde é a democracia, e claro todos nós, porque a Sónia é bem “mais interessante” que toda a lista agora criada…

 Fonte: O Ribatejo - jornal online

sábado, 20 de junho de 2015

Tá-se bem por Ourém 05-VII: Onde pára o Canudo????



Luís Filipe Mangas Oliveira nasceu no ano da liberdade 1974, embora essa seja uma palavra pouco cara para tal personagem.
Afinal é a mesma liberdade que impõe que deva ser criticado por mentir deliberadamente sobre a sua (não) formação académica.
Em tempos foi nomeado assessor de si mesmo, enquanto Presidente da Sociedade de Reabilitação Urbana de Fátima, uma vez que não podia exercer o cargo por não ser licenciado. Perante tal atrapalhação apresentou um curriculum em inglês, uma argúcia pouco inteligente que levou à constituição dele próprio, dos seus padrinhos Fonseca e Nazareno como arguidos.
Enquanto estava na SRU Fátima dizia ter como formação académica:
  1. Programa Geral de Gestão, Católica-lisbon School Of Business & Economics da Universidade Católica Portuguesa;
  2. Gestão Fiscal das Organizações, IDEFE (Instituto para o Desenvolvimento e Estudos Económicos, Financeiros e Empresariais, S.A.);
  3. Gestão, ISEG (Instituto Superior de Economia e Gestão).
Pelos vistos formação existia, canudo é que não (custam a tirar, deveria ter tentado a Independente ou a Lusófona…).
Mais recentemente, aquando da nomeação de Chefe de Gabinete de Fonseca, foi publicada a sua nota biográfica no Diário da República:
Detentor de formação em Gestão e Marketing (ISEG, IDEFE e UCP), exerce atividade profissional desde o ano 2000, tendo o seu percurso profissional englobado o empreendedorismo (empresário) e a consultoria a empresas e empresários, planeamento e acompanhamento de investimentos. Mais recentemente, ao seu percurso profissional, adicionou o desempenho em cargo de assessoria de direção e depois de administrador de sociedade de reabilitação urbana (SRUFátima — E. M., SA).
Enfim, parece que a justificação despropositada sobre o grau académico morre na tradução Inglês-Português, malabarismos de quem de não rejubila com a liberdade, pois essa mesma liberdade impõe-lhe dissabores: o apelidar de mentiroso, mal formado, carácter duvidoso, etc…
Aguenta povo de Ourém, eles andam aí…


quinta-feira, 30 de abril de 2015

Tá-se bem por Ourém 05-VI: O estado do(s) ca(c)os



Quando em 2009 Paulo Fonseca ganhou as eleições para a Câmara Municipal de Ourém entoou pela Avenida da Cidade o Hino Nacional, em plenos pulmões, de forma espontânea, foi apelidado o momento de “segundo 25 de Abril”.
Hoje passaram quase 6 anos dessa abrilada e o momento que vivemos pelo concelho é de tudo menos de liberdade e progresso.
Quando olhamos para trás verificamos que o discurso fluído do Presidente nada tem a ver com a realidade de Ourém, que essa prosa não é acompanhada de modernidade nem de evolução. Ourém é uma terra parada, num marasmo político que mete dó, em circunstâncias vergonhosas para o concelho.
Esquemas, esquemas e mais esquemas…Passamos a citar alguns dos mais recentes:

  1. A Câmara envolve-se estupidamente numa guerra contra o Santuário de Fátima, maior instituição do concelho, e é derrotada em toda a linha nos tribunais;
  2. São roubadas toneladas de lenha no terreno do Carregal, pertencente ao consórcio MaisOurém, e o município reage tarde, a más horas, e apenas porque pressionado pela oposição;
  3. A Câmara continua com cinco milhões investidos na mesma empresa, MaisOurém, sem que esta tenha apresentado contas nem sido devidamente “encerrada”;
  4. Vereadora Lucília Vieira, com uma exploração ilegal (leia-se 8 pavilhões construídos indevidamente), e continua a exercer o pelouro do Urbanismo na Câmara de Ourém, num conflito gritante de interesses;
  5. Paulo Fonseca declarado definitivamente insolvente, podendo vir a perder o mandato antes de 2017, ou na pior das hipóteses, a não se poder voltar a candidatar ao município (ainda bem);
  6. António Gameiro, principal mentor socialista do concelho, “ilustre” deputado Maçon condenado de roubar cliente;

E assim vamos vivendo por Ourém….
Terra refém de escumalha partidária.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Tá-se bem por Ourém 05-V: Paulo, o domador de dorrotas

Por mais que nos custe os anos passam depressa, ficamos mais velhos, sentimo-nos mais esgotados. Na política, como na vida, é impossível resistir ao rodar rápido e estonteante dos ponteiros do relógio.
Em 2009 aconteceu o 25 de abril em Ourém, pelo menos segundo a multidão que encheu a Av. D. Nuno Álvares Pereira cantando a Portuguesa.
Chegámos a 2015, com o Vereador Alho de fora - única mudança significativa, olhamos para o panorama e percebemos que foram 6 anos de ilusão, de mentira, que nos reportam para uma realidade mais escura do que aquela alguma vez conhecida no pior do PSD Ourém.
De derrota em derrota, de inércia em inércia Paulo Fonseca vai somando perdas, no plano pessoal e familiar, e no plano político.

Agora surgiu mais uma, para ele, para o capincha Nazareno, para nós todos que pagámos custas judiciais, que pagámos intervenções públicas que terão que ser repostas.

Câmara de Ourém condenada a devolver parcela de terreno ao Santuário de Fátima!!!
Vejam aqui: link