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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Tá-se bem por Ourém 07-XVIII: E se..... talvez fosse mais Seguro

Para Fátima, se António Costa não tivesse feito marosca, talvez fosse hoje mais seguro no que concerne à preparação do Centenário.
Pelo menos Seguro, Fonseca e Gameiro falavam a mesma língua. Hoje:
Fonseca está desacreditado, nem o PS quer saber dele;
Gameiro vendeu-se a Costa;
Costa ganhou e trocidou Seguro;
Seguro desapareceu;
A preparação do Centenário Morreu!!!!

Notícia de 2013...

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Tá-se bem por Ourém 06-XXII: Propagandista “coxo” do regime…..



Para ser sincero nem sei se o propagandista se encontra politicamente coxo, ou se é o próprio regime socialista em Ourém que o está. Talvez mesmo o melhor título fosse “Propagandista e regimes coxos”….

Tudo isto para dizer que António Gameiro, ilustre deputado socialista, tem sido o propagandista maior do regime Fonsequino, uma espécie de Augusto dos Santos Silva local, ou mais recentemente um Carlos César por terras de Ourém. A sua missão é só uma, fazer a política que Fonseca não pode fazer, deixando livre o Presidente do Município para a sua (des) governação.

Têm sido uns anos giros, não fosse custar a todos nós, dois mandatos de um marasmo total, de uma apatia atroz, em que apenas uma e só uma coisa tem acontecido: propaganda (eventos, música, outdoor, jornais, etc.)…

Agora, o que se dizia impoluto, sem mácula, António Gameiro, foi novamente condenado a pagar 45 mil euros que roubou (a expressão é mesmo essa), acrescido de juros. Mais uma vez o tribunal vem provar os acontecimentos, ferindo de morte a propalada ética deste político, ao qual já nem a expressão “até trânsito em julgado todos somos inocentes” lhe vale!!

Tudo isto, não esqueçamos, depois de ter sido intersectado na operação Marquês, em conversas com o arguido Carlos Santos Silva, onde se falava sobre Angola e negócios menos próprios.

2017 está à porta, e Ourém têm uma oportunidade brilhante para se livrar dos contos do vigário, de publicidade enganosa, de impolutos com mácula, de insolventes fragilizados no exercício das suas funções, de charlatões e vendedores da banha da cobra….

Aguardemos…. Queremos melhores políticos?

Sejamos melhores eleitores!!!!!!!

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-L: Ping Pong…



Fomos campeões da Europa, de Ténis de Mesa, no dia em que António José Seguro apanhou capota, nas primeiras eleições primárias de um dos “grandes”.
Em política o ping pong é constante, e ora estamos em vantagem, ora apanhamos “coça”.
Aqui pela região António Gameiro apanhou uma “bela tareia”, pois enquanto apoiante de António José Seguro não conseguiu a vitória deste na sua federação.
Por Santarém António Costa obteve 71,68%, uma vitória expressiva que por certo fragilizará Gameiro.
Outro derrotado da noite foi Paulo Fonseca, apoiante acérrimo de Seguro, que vê assim diminuírem as possibilidades de vir a ser convidado para o futuro Governo Socialista. 
Fica também ainda mais exposto, uma vez que perde uma proteção importante numa fase em que bem precisa.
Um dia após as últimas eleições autárquicas, em Ourém já cheira a fim de ciclo, bastando ao PSD de Albuquerque / Moura inteligência na gestão dos próximos 3 anos.


quarta-feira, 30 de julho de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-XLI: Movimentos



Ele há movimentos de vitória e de derrota!
Em política nada melhor que um tomar de pulso às campanhas para se perceber quem vence, quem perde, já que se trata de uma área sem empates.

Olhando para a campanha de Maria do Céu Albuquerque vs. António Gameiro percebemos facilmente que a Abrantina leva vantagem e vai ganhar. Sairá vencedora, muito além da guerra Costa vs. Seguro, pela capacidade mobilizadora que tem, pela sua tenacidade e habilidade.

A falta de aderência à campanha de António Gameiro é gritante, nem em Ourém conseguiu mobilizar uma massa significativa de apoios. Bastou ver ontem o decrépito Salão Nobre da Junta de Freguesia da Piedade, com pouco mais de meia dúzia de apoios que, retirando funcionários, colegas e apaniguados, se resumia a pouco, ou nada.

As contas começam a ser feitas e para os lados do PS Ourém não andam famosas, a não ser para um militante: José Alho, na hora da vingança.

Esta serve-se fria, e um ano depois chegou a vez de sorrir.