Mostrar mensagens com a etiqueta OurémViva. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta OurémViva. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-LVI: Orçamento Municipal para 2015 agita hostes…



A actualidade política por Ourém tem andando, e ao que se sabe, agitada.
Desde a ruptura com o Executivo Socialista, no que toca ao IMI, que se espera do MOVE um esclarecimento sobre o estado do pacto de ingovernabilidade a que tem sido votado o município de Ourém.
Para quem esperava que era ontem, dia 28, que tal ficaria esclarecido, enganou-se. De facto, na conferência de imprensa do Vereador do Bigode, o que se ficou a saber era o mesmo que já se sabia, nada.
Ficam adiados esclarecimentos para a próxima reunião de Câmara Municipal de dia 2 de dezembro.
Mas outras dúvidas nos surgem, que gostávamos de ver esclarecidas:
Como se pretende executar uma “reforma profunda” da estrutura organizacional da Câmara Municipal, com o emagrecimento setorial da sua organização, quando se promove em simultâneo a extinção da SRU Fátima (incorporação diga-se) e a internalização da OurémViva?
É que é uma dúvida estrutural, Como fazer?
Ou será esta uma daquelas “ideias fotocopia” das de Paulo Fonseca, que dizia conseguir, num ano, reduzir a despesa em 30%?

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-XXX: Quem diz o que quer, ouve o que não quer: Onde andam os 60 mil euros, Sr. Presidente...



O Sr. Presidente da Câmara Municipal de Ourém abriu a última Assembleia Municipal com um assunto antigo, mas não esgotado, os fogos florestais de Setembro de 2012.
Referiu o douto Presidente que se estimaram com base nessa calamidade prejuízos globais na casa dos treze milhões e meio de euros. Lembrou a celebração de um Contrato Local de Desenvolvimento Social, com o Protocolo de Compromisso e Plano de Ação, no valor de meio milhão de euros.
Lembrou, para criticar, que tinha sido feito um corte substancial nesse valor “depois de todo este trabalho”, situação que apelidou de lamentável.
Argumentos à parte lembramos em baixo o post que um dia aqui escrevemos,afinal onde param os 60 mil euros. Criticar os outros é fácil, mas quando temos telhados de vidro o melhor é ficarmos calados.


Tá-se bem por Ourém 04-XVII: Moral de Cão: Esperar, mas sentado - Onde pára o dinheiro dos incêndios 2012?

Em outubro de 2008, à época do Governador Civil Paulo Fonseca, eram noticiados os atrasos nos apoios às vítimas do tornado que, seis meses antes, tinha assolado os concelhos de Santarém, Alcanena e Torres Novas (na altura da governação socialista).
Volvidos mais de cinco anos, já em 2014, as vítimas do incêndio que deflagrou em Ourém, em 2012, continuam à espera dos apoios que, pasme-se, foram enviados por um município francês, de Plessis-Trévisse.
Duas histórias, o mesmo ator principal.
Centrando-nos na história mais recente, e recordando a notícia de Fevereiro de 2012 do jornal O Mirante, é nos noticiada a vinda a Ourém de uma comitiva francesa, com um total de 60 mil euros de apoio para as vítimas de incêndios em Ourém.
Reparem neste pormenor, o dinheiro era para apoiar as vítimas de incêndio! Não se esqueçam dele ao longo desta crónica.
Dizia, à data, Paulo Fonseca que “não nos podemos resignar face ao que foi feito na altura dos incêndios mas sim tentar sempre melhorar”.
É esse grau de exigência que prosseguimos com este blogue, daí a nossa dúvida, empolada por diversas vítimas anónimas desta calamidade que nos contactaram: Onde para o dinheiro que era para apoiar vítimas de incêndios?
O apoio recebido foi reencaminhado para um protocolo entre a empresa municipal Ourémviva e as IPSS locais, conforme explicitado na mesma notícia pelo (nada) saudoso José Alho, articulando “responsabilidades de todos os intervenientes e o método de aplicação dos apoios financeiros na recuperação e ordenamento da área ardida e recuperação dos vários danos decorrentes dos incêndios”.
As palavras eram bonitas e a cerimónia pomposa, não fosse 2013 ano eleitoral. O problema é um e só um, métodos e tretas à parte: O dinheiro, que era para, apoiar as vítimas de incêndio, nunca chegou ao seu destino final.
Daí a secção socialista de Ourém ter pouca moral para vir dizer que se solidariza com o atual executivo municipal e com as populações afetadas pelos incêndios (as mesmas que esperam pelos 60 mil euros), devido ao corte no Contrato de Desenvolvimento Social feito pelo Governo.
As cores mudam, as quantias também, a moral, essa continua a mesma: muito pouca, para manter a política hoje e sempre PORCA.






segunda-feira, 30 de junho de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-XXIX: Tiques de fim de regime [já???]



Depois de um Alho amargo, de um engenheiro que foi, mas afinal não podia ser, parece que é desta que a empresa municipal terá Presidente no Conselho de Administração e, pasme-se, as contas fechadas seis meses depois do final do ano e algum tempo depois do “devia de ser”.
Tudo isto seria porreiro e divertido não fosse o peso da empresa municipal no erário público municipal, refém durante (mais) um ano da máxima discricionária dos dois dirigentes intermédios da estrutura.
As gaivotas vão passando, mas o lixo fica, e esse já vem do tempo do PSD, repetido pelo PS numa lógica hesitante de fim de ciclo.


terça-feira, 13 de maio de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-XVIII: Procura-se Presidente do Conselho de Administração (que não seja assessor de si mesmo)



O barco socialista que gere os destinos municipais é um barco autodidacta, tão inteligente que nem precisa de condutor. Prova disso é o facto das empresas municipais SRU e OURÉMVIVA não possuírem um claro Presidente do Conselho de Administração.
Desde a saída de José Alho da Ourémviva, até á formação académica pouco clara de Nuno Mangas, inviabilizando-o de ser Presidente da SRU Fátima (assessor de si próprio), que não existe uma clara definição de quem são os Presidentes daquelas duas instituições.
É caso para dizer que em equipa que vence (ou não) nem é necessário Treinador, porque os jogadores já jogam sozinhos.
Ai tristeza…
Moral da história: De mal, a pior.