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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Tá-se bem por Ourém 05-I: Dinossauros? Mais ainda...



Segundo a imprensa regional o Monumento das Pegadas de Dinossauros vai transitar para as mãos da Câmara (ui…).
Segundo a edilidade o monumento tem estado abandonado (sim, não consta que por lá tenham passado recentemente os Dinossauros de 4 patas), pelo que se justifica esta transição.
Resultado prático?
Aguardar para ver, para já não deve passar em mais uma rubrica do Orçamento da Ourémviva que tanto custa a todos nós…
É o que custa pagar os devaneios dos dinossauros nos nossos dias.


terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-LII: E se?



E se tivesse circulado um envelope, para que o licenciamento dito em baixo tivesse sido autorizado?

Não sei, mas pelo sim, pelo não, dado que indícios existem, o nosso blogue avançou com uma queixa no Ministério Público.
Agora, é aguardar.


quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-LI: Fórum Cultural de Ourém?



Fórum Cultural de Ourém é uma tonteira que tem feito uma sangria agoniante de recursos públicos, e para quê?
A resposta é simples, é nas adjudicações que os representantes dos adjudicantes ganham dinheiro. Ou seja, corrupção.
Desta vez foi feito mais um ajuste direto, para prestação dos projetos de especialidades, no valor de 39.900,00 €.
E já agora, 329.980,00 € para colocar o piso sintético no Campo da Caridade?
Ele há cá prioridades…. Mas algumas são duvidosas (aguardem para o ano quando as duas equipas do concelho tiverem descido para os distritais).
Tudo é importante, mas eu prezo mais a segurança rodoviária, por exemplo, e as nossas estradas estão miseráveis, prezo mais o meio ambiente, a rede de saneamento é deficitária, prezo mais a saúde, grande parte da rede de abastecimento é em fibrocimento…. Ai vida vida…



quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-LVIII: Com ou sem GPS?


Que acha que está a ver?
Para muitos estão a ver uma linha torta, um rabisco, algo incoerente sem grande significado. Com um princípio, com um fim, mas com uma construção amorfa, sem grande interesse.

Pois, pessoal, enganam-se.

Este é o traçado político que define a carreira de José Alho, no Partido Socialista.
De um lado para o outro, de candidato a número 2, que afinal era 4, de Quercus, ao ensino, ultrapassado pelo bigode, renegado pela sua Ourém, eis mais um golpe de rins: Secretariado Distrital do Partido Socialista.

Pois é, o número 2 de Maria do Céu Albuquerque, derrotados por António Gameiro, aceitou voltar a dar a mão a quem tinha dado o pé, e lá fez mais uma curva de 180º, voltando a circundar numa rotunda que tem sido assim: inócua.




quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-LV: Quebrar ou partir?



Como noticiado hoje no Mirante, e já amplamente difundido, Vítor Frazão assumiu-se com protagonismo na última questão política relevante discutida por Ourém: Redução da taxa de IMI.
O mesmo Jornal questiona, e bem, se esta divergência significa ou não o fim do pacto de governabilidade.
Por Ourém nada de novo, guerrinhas na corte e o povo a soluçar. O que nos vales por estes dias são outras alegrias, como um tecido empresarial resiliente e Fátima a marcar pontos num dia 13 molhado.
Paulo Fonseca voltou a perder, e Frazão a ganhar.


quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-XLVII: Ventos no Jardim


Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.

Nem sempre o vento cala a desgraça, como dizia Manuel Alegre, por vezes a desgraça é anunciada a esses quatros ventos. O exemplo que se segue é interessante:
O município de Ourém quer construir um Fórum Cultural no valor de 9 milhões de euros, quem o anuncia é o Jornal da Madeira, o belo e imparcial veículo da loucura do Alberto João Jardim.
Coincidências?
Para mim não existem, todos sabemos que é com contratação pública que os políticos arranjam tachos, que os políticos enriquecem, portanto não é de estranhar que Fonseca comece a treinar a receita de Jardim.
Uma vergonha, com tanto para fazer, com nada feito, gastam-se energias com megalomanias.
Que miséria de políticos…





sábado, 19 de julho de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-XXXVII: Muita parra e pouca uva....



A Câmara Municipal de Ourém vai adjudicar o novo sistema de mobilidade de Fátima, pelo valor de 820 mil euros. Depois dum chumbo do Tribunal de Contas, ao primeiro contrato, eis que a autarquia avança para uma solução que acredita vir a melhorar o sistema de mobilidade.

Não questiono a iniciativa, lembro apenas outra coisa: Como é possível se discutirem sistemas de milhares de euros quando nem se limpam as bermas das estradas que dão acesso à cidade?

É vergonhosa a forma como recebemos os peregrinos !!!


sexta-feira, 18 de julho de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-XXXVI: Ser bom, à político



Não tenho propriamente saudades do tempo que passou, mas o pior é que olho tristemente para Ourém e vejo que nada para melhor mudou.
O Deputado Gameiro vangloriava-se recentemente que os políticos portugueses eram dos mais cumpridores. Até dá vontade de rir.
Está bem Senhor Deputado, acha que vamos bem? Continuem…
Olho para 2009 e dá me mesmo vontade de rir, ou chorar, nem sei.
Uns falam que aumentaram o salário mínimo, que juntos conseguimos (o quê? Trazer a Troika 2 anos depois), outros achavam que tinham Obra Feita, prometiam uma fantástica Fátima 2017 (ui que maravilha), e outros iludiam-nos com promessas e mais promessas.
Se os políticos portugueses são dos mais cumpridores, Sr. Deputado, pergunto-lhe:

- Onde está a Zona Industrial de Atouguia / Gondemaria / IC9?

- Qual foi a requalificação e legalização que foi feita nas zonas industriais?

- O CEO é que é o Ninho de empresas prometido? UI, que ninho….

- Onde está o tal Centro de Congressos de Fátima?

 

Oh Sr. Deputado, isto é que é cumprir???

Os Primeiros Ministros Suecos, que andam de bicicleta, que vivem em simples apartamentos, sem empregadas domésticas sequer, são uns malandros.
Os Portugueses, esses sim, são uns cumpridores.

Oh Sr. Deputado, escreva livros, vista o avental, mas largue o tacho porque de falácias estamos fartos.


quarta-feira, 16 de julho de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-XXXV: Amuo e vou-me embora….



Sobre a não auscultação do “movimento” MOVE, na conferência de líderes da última Assembleia Municipal, o amuo do Vereador Vítor Frazão, dirigido ao Sr. Presidente de Câmara:

“Senhor presidente da câmara, uma vez que foi consigo que assinei o compromisso de governabilidade, quero deixar bem claro que, em termos pessoais ou em reuniões da câmara ou fora delas, jamais me deixarei subalternizar, e adianto firmemente que denunciarei de imediato o texto do referido compromisso caso tais factos se voltem a repetir”.

Ui, digno de registo.

Será que não podem ir embora os dois!!?




sábado, 12 de julho de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-XXXIV: Visto de cima…. Os independentes “tatuados” – Tudo sobre o MOVE



O cenário que vivo, a proximidade ao fenómeno Porto do meu querido Rui (Moreira), permite-me tecer comparações, soltar opiniões sobre outros fenómenos, outros projectos ditos “independentes”.
A altura é propícia para isso, passa quase um ano das eleições autárquicas, e volta-se a dar a importância e o relevo nacional que o Rui merece, acercando-se dele diversos partidos, tendo em vista o seu apoio as legislativas.
Um projecto independente e mobilizador que está a fazer o Porto crescer.
O outro projecto independente, que me faz escrever hoje é o MOVE, impulsionado pela Deusa Blogosfera que sobre ele me trás hoje novidades.

  1. Diz-me a Deusa que se discute por Ourém se Vítor Frazão desertou do PSD, ou não?
Desertar implica sair de algo, deixar o grupo, abandonar, fugir?
Frazão fugiu?
Não Frazão não fugiu, passou sim para as linhas inimigas. Traiu o partido no qual cresceu. Simples!!!
É tão independente quando Narciso Miranda, Fátima Felgueiras, Marco Almeida, ou outros o eram.
  1. E o MOVE é mesmo um movimento independente?
Não, não é. Nem é movimento, porque isso implicava a existência de bases ideológicas e programáticas claras, a definição de uma visão para o município e, claro, pessoas, massa crítica.
Nem é independente, já que a natureza, quanto à independência, está completamente contaminada pela falta desta no seu líder.
  1. Jogos de bastidores?
Sim, existiram de facto jogos de bastidores, que por um lado subverteram a vontade do eleitorado, ao colocar Deolinda Simões na cadeira em que o povo havia dito que não, mas que não se ficaram por aí.
Esses jogos contaminaram o “movimento” MOVE e fizeram que algumas figuras ligadas ao PSD, de Frazão, tenham saído, não se revendo no que se havia feito ao enfant terrible, João Moura.


  1. Presente e futuro do MOVE por comparação com o fenómeno Rui Moreira.
Além de tudo o que foi dito, para mim, não há sinal mais claro do insucesso do MOVE que a postura dos seus membros. Se ainda hoje se fazem estatísticas eleitorais, para demonstrar o quanto o MOVE foi um fenómeno em 2013, significa, só, que este foi um episódio pontual.
“Tão a ver? Tão a ver?
 Tivemos x votos, mais y que z, em comparação com h.”
Um verdadeiro movimento, ao estilo Moreira, não olha mais para isso, enfrenta os desafios do presente e do futuro, mobiliza, recria-se, implanta-se naturalmente.
Esta postura demonstra o quanto o MOVE não é presente, mas apenas e só uma fugacidade eleitoral.
O MOVE está demasiado agarrado à imagem de Vítor Frazão, refém da sua popularidade, da sua forma de fazer política, com muito empenho, muita garra, mas sem sumo nem conteúdo.
O Rui é homem do Porto, também do folclore, das festas, mas é sobretudo um homem de estratégia, de rumo, com orientações.
Rui nasceu para a cidade, pensou o Porto, estruturou ideias, planeou o seu futuro, faz porque pensou vir a fazer. Rui é um homem político que vive daquilo que pensa, de projectos e ideias fortes, estruturadas e encadeadas.
O MOVE nasceu para Frazão, com ele irá definhar, limitou-se a trivialidades, ao catalisar do desespero e descontentamento, mas sem oferecer soluções e melhorias palpáveis. Como o seu líder, o MOVE, irá mover-se para fora do panorama político oureense, porque as baterias não duram sempre, as pilhas gastam-se.

Se querem viver, MOVE, reinventem-se, mostrem que existem.
Não basta olhar para 2013, porque aí a tendência é olhar para trás e não esquecer o que era Ourém em 2009, o que era a governação social-democrata de Vítor Frazão, ao sabor do vento ao toque de filarmónica, sem estratégia, com muita garra mas pouca táctica.

Por tudo isto, Rui, és já um mestre, com o qual muito me orgulho de aprender.


sexta-feira, 11 de julho de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-XXXV: Heitor, calado sim, terias sido um Poeta..... [nas terras das divisões]



Os poetas políticos por vezes vêem as suas trovas serem torpedeadas pela malvadez do destino.
Hoje lembro-me do vangloriar do Chefe de Gabinete do nosso Presidente de Câmara, João Heitor, parabenizando a vontade de contenção socialista, que implicou outrora a reorganização da orgânica do município.
Malvado destino vê agora o mesmo elenco socialista criar mais uma Divisão, desta vez de relacionamento com munícipe.
Que se segue?
Divisão da Propaganda?
Divisão dos Foguetes?
Divisão do Porco no Espeto?

Pois é, há objetivos que se conseguem com Gabinetes, Secções, não necessariamente com divisões.
Mas tudo isto se explica facilmente: há um apaniguado que precisa de um lugar com melhor vencimento, colocado em regime de nomeação provisória (eterna), sem concurso nem demonstração de capacidades.
Chama-se a isto transparência, chama-se a isto vontade de mudar, chama-se a isto responsabilidade???

Pode-se chamar a isto a prosa de nos saber lixar, porque fartos destes poetas estamos nós.

Parabéns ao Vereador Vítor Frazão, por ter votado contra.


quarta-feira, 9 de julho de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-XXXIII: Por aqui, só areia…



A Câmara Municipal de Abrantes, do ex-vereador Alho que muitas (poucas) saudades nos deixa, decidiu disponibilizar cal às Juntas de Freguesia para proceder à “caiação de muros, alegretes, fontanários e edifícios do domínio municipal de pequena dimensão”.
São 13 100 kg para o efeito, que vão ser cedidos às 13 juntas de freguesia daquele concelho.
Trata-se de uma estratégia interessante, seguida por uma amiga e acérrima apoiante de António Gameiro e Paulo Fonseca, nas lides políticas regionais.
Seria por certo uma boa oportunidade para a Câmara de Ourém estruturar aquela que tem sido a sua estratégia de disponibilização de materiais de construção, pois têm sido 5 anos de areia para os olhos dos oureenses, que por certo mereciam uma nota na imprensa regional. 
É obra!!!


quinta-feira, 3 de julho de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-XXXI: Por favor, mais dinossauros não…


Paulo Fonseca reafirmou recentemente, segundo as notícias nos dão conta, a vontade de ser o município a gerir o Monumento das Pegadas de Dinossauros. Segundo entende o estaria em melhores condições para desenvolver esse trabalho.
Ao que parece o Estado limita-se a fazer a manutenção do espaço, sendo pois necessária a sua divulgação e o seu aproveitamento.
Parece-me bem, ou melhor parecia, se a autarquia cumprisse com as suas competências nas outras áreas.
É que esta nem a manutenção faz, da sua rede viária, do seu património, dos seus passeios e caminhos tão mal preparados para os peregrinos.
Por isso parece-me que dinossauros já nós temos muitos em Ourém, mais não, obrigado:
  • Vítor Frazão;
  • Deolinda Simões;
  • 3 ou 4 indivíduos ligados ao setor empresarial local;
  • 3 ou 4 indivíduos nos topos de carreira da administração local.;
E mais e mais e mais.
Por isso deixem os outros em paz.


quarta-feira, 2 de julho de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-XXX: Quem diz o que quer, ouve o que não quer: Onde andam os 60 mil euros, Sr. Presidente...



O Sr. Presidente da Câmara Municipal de Ourém abriu a última Assembleia Municipal com um assunto antigo, mas não esgotado, os fogos florestais de Setembro de 2012.
Referiu o douto Presidente que se estimaram com base nessa calamidade prejuízos globais na casa dos treze milhões e meio de euros. Lembrou a celebração de um Contrato Local de Desenvolvimento Social, com o Protocolo de Compromisso e Plano de Ação, no valor de meio milhão de euros.
Lembrou, para criticar, que tinha sido feito um corte substancial nesse valor “depois de todo este trabalho”, situação que apelidou de lamentável.
Argumentos à parte lembramos em baixo o post que um dia aqui escrevemos,afinal onde param os 60 mil euros. Criticar os outros é fácil, mas quando temos telhados de vidro o melhor é ficarmos calados.


Tá-se bem por Ourém 04-XVII: Moral de Cão: Esperar, mas sentado - Onde pára o dinheiro dos incêndios 2012?

Em outubro de 2008, à época do Governador Civil Paulo Fonseca, eram noticiados os atrasos nos apoios às vítimas do tornado que, seis meses antes, tinha assolado os concelhos de Santarém, Alcanena e Torres Novas (na altura da governação socialista).
Volvidos mais de cinco anos, já em 2014, as vítimas do incêndio que deflagrou em Ourém, em 2012, continuam à espera dos apoios que, pasme-se, foram enviados por um município francês, de Plessis-Trévisse.
Duas histórias, o mesmo ator principal.
Centrando-nos na história mais recente, e recordando a notícia de Fevereiro de 2012 do jornal O Mirante, é nos noticiada a vinda a Ourém de uma comitiva francesa, com um total de 60 mil euros de apoio para as vítimas de incêndios em Ourém.
Reparem neste pormenor, o dinheiro era para apoiar as vítimas de incêndio! Não se esqueçam dele ao longo desta crónica.
Dizia, à data, Paulo Fonseca que “não nos podemos resignar face ao que foi feito na altura dos incêndios mas sim tentar sempre melhorar”.
É esse grau de exigência que prosseguimos com este blogue, daí a nossa dúvida, empolada por diversas vítimas anónimas desta calamidade que nos contactaram: Onde para o dinheiro que era para apoiar vítimas de incêndios?
O apoio recebido foi reencaminhado para um protocolo entre a empresa municipal Ourémviva e as IPSS locais, conforme explicitado na mesma notícia pelo (nada) saudoso José Alho, articulando “responsabilidades de todos os intervenientes e o método de aplicação dos apoios financeiros na recuperação e ordenamento da área ardida e recuperação dos vários danos decorrentes dos incêndios”.
As palavras eram bonitas e a cerimónia pomposa, não fosse 2013 ano eleitoral. O problema é um e só um, métodos e tretas à parte: O dinheiro, que era para, apoiar as vítimas de incêndio, nunca chegou ao seu destino final.
Daí a secção socialista de Ourém ter pouca moral para vir dizer que se solidariza com o atual executivo municipal e com as populações afetadas pelos incêndios (as mesmas que esperam pelos 60 mil euros), devido ao corte no Contrato de Desenvolvimento Social feito pelo Governo.
As cores mudam, as quantias também, a moral, essa continua a mesma: muito pouca, para manter a política hoje e sempre PORCA.






segunda-feira, 30 de junho de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-XXIX: Tiques de fim de regime [já???]



Depois de um Alho amargo, de um engenheiro que foi, mas afinal não podia ser, parece que é desta que a empresa municipal terá Presidente no Conselho de Administração e, pasme-se, as contas fechadas seis meses depois do final do ano e algum tempo depois do “devia de ser”.
Tudo isto seria porreiro e divertido não fosse o peso da empresa municipal no erário público municipal, refém durante (mais) um ano da máxima discricionária dos dois dirigentes intermédios da estrutura.
As gaivotas vão passando, mas o lixo fica, e esse já vem do tempo do PSD, repetido pelo PS numa lógica hesitante de fim de ciclo.


quarta-feira, 18 de junho de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-XXVII:Como o carangueijo

Numa altura em que os carros são retirados dos centros da cidade, em Ourém voltamos ao carangueijo.
A Praça Mouzinho de Albuquerque foi aberta novamente aos carros.
Enfim, há coisas que não se entendem.



terça-feira, 17 de junho de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-XXVI:Cinco anos depois ofuscados pelo SOL

Em 2009, decorria o mês de julho, os oureenses eram ofuscados pelo SOL, eludidos acreditaram que a mudança surgiria e os seus problemas seriam automaticamente solucionados pela cruz.
A cruz agudizou-se e hoje carregamo-la nós, nada de bom foi acabado, apenas a nossa esperança.
Resta resistir....



quinta-feira, 12 de junho de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-XXV:Cinco anos depois, igualmente pior!



O 25 de Abril chegou em Ourém em 2009, muito atrasado face à evolução ocorrida em 1974 no país.
Na altura cantava-se democracia, liberdade, e a… Portuguesa. A Avenida D. Nuno Álvares Pereira foi invadida por entusiastas socialistas que regozijavam grande vitória.
Contudo os dias, os meses e os anos foram passando.
A liberdade soube a nada, tornou-se amarga e ineficaz.
A crise que o mundo conheceu em 2008/2011 acabou com o resto.
Ourém é um concelho a definhar, sem futuro, sem dinamismo, com pouca liberdade e, sem sonhos: Quem queria sonhar emigrou, quem ousou no passado criar insolveu-se
A este tom dramático assistiu a governação socialista, impávida, serena, seguindo o rumo da sua vida pessoal e profissional. O poder deu lugar à resolução de problemas de amigos, à criação de emprego para apaniguados, sem estratégia, sem vigor, sem energia…
5 anos depois não há contas pagas, não à estruturação financeira da autarquia, há dívida e não há obra.
O pouco que nos restava, publicidade e areia para os nossos olhos, foi se acabando.
Até o cartaz das festas da cidade é reflexo disso…

Ourém, terra onde já se viveu bem.



segunda-feira, 9 de junho de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-XXIV: Pensar o futuro???



Eh pah, assim é melhor não.

Segundo o Mirante o Vereador “independente” do MOVE sugeriu a criação de um grupo para pensar o futuro de Ourém.
Ui, que medo…
Sim, medo, é que cada vez que se falou em pensar o futuro de Ourém deu barraca.
Querem alguns exemplos:

- Programa eleitoral do Presidente Fonseca, elaborado com a ajuda de Augusto Mateus, o grande estratega. Resultado, furado…

- Congresso de Ourém, pensado para ser realizado todos os anos. Resultado, furado…

- Aposta na juventude, com contratos intergeracionais. Resultado, furado…

- Auditoria ao município, com a identificação dos projetos e potencialidades a desempenhar. Resultado, furado (e menos 100 mil euros) …

- Estudo para a internacionalização de Ourém. Resultado, furado (e menos 30/40 mil euros) …
(…)
Percebem agora porque digo que é melhor não pensarem?

É que o resultado é o mesmo (nada) e pelo menos não gastam o nosso dinheiro!!!!





quinta-feira, 29 de maio de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-XXIII: E viva a pujança empresarial….[e o mentiroso, sou eu???]

O Centro de Empresas de Ourém (CEO), comemorou 2 anos, e como tal houve direito a “festa”.
Fará certamente parte do grande desígnio que o (pouco) Doutor Paulo Fonseca quis implementar em 2009 no nosso município: A PUJANÇA EMPRESARIAL.
De facto tratam-se de uma grande afirmação do tecido económico local, em linha com os objetivos que em 2009 apresentou aos Ourienses, constantes no seu programa eleitoral:
Desse programa eleitoral, então apresentado, mostramos de seguida as medidas relativas a tal pujança empresarial, conforme à data nos foram “oferecidas” pelo candidato Fonseca.
Um bom exercício de memória, sendo que avermelho se encontram as medidas não concretizadas (no fundo todas).

3. Um Município com Pujança Empresarial
  • Desenvolvimento Económico e Inovação.
  • Melhorar o ambiente urbano: ordenar o trânsito, as obras públicas, o comércio, zonas pedonais.
  • Criar ciclovias em Fátima e Ourém.
  • Promover a melhoria dos terminais rodoviários, em especial o de Fátima, pelo número elevado de utentes e destinos que serve.
  • Reforçar a importância da estação de Caxarias como nó de ligação de transportes públicos.
  • Melhorar a oferta de transportes públicos nas freguesias do norte do município, com três ligações diárias a cada uma das freguesias.
  • Apoiar a consolidação do aeródromo de Fátima, como ponto de apoio no combate aos fogos e atividades de recreio.
  • Reforçar as medidas de prevenção e combate aos incêndios florestais, colaborando na melhoria de condições e equipamentos à disposição dos bombeiros.
  • Valorizar o espaço rural do município, em termos paisagísticos e ecológicos, tornando-o mais atrativo.
  • Incentivar medidas de revitalização da agricultura tradicional e ordenamento florestal.
  • Conservar e valorizar o património natural e construído.
  • Articular o turismo religioso com outras formas de turismo, ligado ao património natural e construído, nomeadamente no castelo de Ourém e no Agroal.
  • Criar um parque de campismo e caravanismo em Fátima.
  • Estimular o crescimento do turismo sénior e de segunda habitação em Fátima.
  • Promover a criação de um centro de congressos em Fátima.
  • Promover Fátima junto de novos mercados, atraindo companhias aéreas de baixo custo.
  • Incentivar a oferta de eventos que combatam a sazonalidade de Fátima.
  • Criar em Fátima uma montra das catividades do município, com um centro de comércio e divulgação de produtos da região.
  • Criar uma rede de produção e promoção de produtos locais de qualidade: artesanato, gastronomia, produtos agrícolas, mobiliário, etc.
  • Revitalizar uma mostra anual das atividades económicas e culturais do município.
  • Aproveitar as potencialidades do município na produção de energia, nomeadamente eólica.
  • Promover a fixação de jovens qualificados no município, através da criação de uma bolsa de estágios.
  • Dar prioridade às empresas do município na compra de materiais e atribuição de obras municipais, respeitando os condicionalismos legais.
  • Implementar as zonas industriais de Rio de Couros/Freixianda e de Fátima.
  • Projetar uma nova zona industrial na área do Escandarão/Gondemaria, aproveitando as novas acessibilidades do IC9.
  • Qualificar as zonas industriais do Casal dos Frades e Vilar dos Prazeres