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domingo, 1 de janeiro de 2017

Tá-se bem por Ourém 07-I: DIA 1, POST 1: Grandes exportadores de m*rd*!!!!

Ourém é um dos concelhos do país com menor taxa de cobertura de saneamento básico (46%), o que nos coloca ao pior nível do se faz no mundo civilizado, com consequências ambientais que todos imaginamos, dado estarmos na presença de um dos maiores aquíferos do país.
Quando o PS subiu ao poder, em 2009, já este problema era adulto, e vinha herdado de uma governação laranja caduca à data.
Como charlatão enganador Paulo Fonseca, entre mundos e fundos, prometeu resolver a situação do saneamento!
Chegámos a 2013, ano de eleições, e como nada havia sido feito nesse sentido, mais uma manobra de diversão: Ia-se avançar uma concessão da rede de saneamento básico, com um investimento de 48 milhões, o que nos colocaria em 2030 ao nível dos mínimos exigidos em termos de cobertura de rede de saneamento: 90%.
Nada foi feito de lá para cá.
A menos de 1 ano de eleições uma notícia preocupante nos chega: Deputados questionam Governo sobre poluição provocada pela ETAR de Seiça em Ourém!
Preocupante, ao que parece nem só tratamos poucas águas residuais como aquelas que tratamos, tratamos mal!
É vergonhoso um assunto destes acontecer em pleno século XXI, o município ser enxovalhado em praça pública por não fazer o que devia, e por fazer mal o pouco que faz!


Em 2009, TODOS VAMOS ACABAR A REDE DE SANEAMENTO....

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Tá-se bem por Ourém 06-XX: Um trapalhão que nos fica bem caro…



A 23 de julho de 2013, no site oficial do município de Ourém, o Presidente Paulo Fonseca referia que o processo de concessão de saneamento em Ourém avançava, um dia que considerava histórico.
Dizia tratar-se de um investimento de 48 milhões que dotaria o concelho de uma taxa de cobertura condizente com um país evoluído.
Blá blá blá…..
Passaram 1.530 dias, mais de 2 milhões de minutos.….. Nada aconteceu.
Agora, chegados a 2016, começa-se a perceber que as eleições de 2017 estão próximas e é necessário anunciar mais alguma coisa, mais uma hipotética obra, mais milhões de investimento em saneamento…..
Basta estar atento para se perceber que só este ano foram gastos quase 100 mil euros (incluindo iva) em estudos relativos ao saneamento, o que perspectiva para breve novo concurso, mais o show off habitual…..

Obra? Nada…



segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Tá-se bem por Ourém 04-LII: Raios parta o IMI



Em 2012, na antecâmara da reeleição de Paulo Fonseca para a autarquia de Ourém, era afirmado por este que “temos uma situação terceiro-mundista. Estamos perante um crime ambiental e legal, já que apenas 46% do concelho tem cobertura do tratamento de águas residuais. A ideia é chegar a 2030 com 90% da população abrangida e servir mais 20 mil habitantes que hoje não têm saneamento básico.”
Infelizmente as eleições passaram e, com elas, deu-se a queda do contrato de concessão do Saneamento Básico, que verdadeiramente nunca esteve de pé. 
Tratou-se de uma manobra eleitoral do douto, que lá foi ludibriando os eleitores com mais uma promessa fácil.
Caindo o contrato de concessão da rede de saneamento, que era incomportável para os ourienses, resta-nos perguntar, e agora?
Como se vai resolver este crime ambiental e legal, Dr. Fonseca?
Ou será que a redução do IMI vai ser mais uma causa para a sua não concretização?
Espero não estar a dar nenhuma ideia…




sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Tá-se bem por Ourém 03-XCVII: Quando a incompetência também tem perna curta

Um dos argumentos parece ter sido os dados dos Censos 2011, que evidenciam uma tendência pouco positiva da população do concelho.
Muito interessante, segundo o Júri, “este é um dado fundamental para a percepção da fragilidade desta concessão, atendendo às suas características no que diz respeito à sustentabilidade económico-financeira uma vez que as receitas assentam sobretudo nos caudais drenados, tanto maiores quanto mais clientes/população existir”.
O mais engraçado é que o caderno de encargos para a concessão já foi elaborado tendo em conta os dados dos Censos 2011, conforme dado conta à data no site do município, pelo que os argumentos são apenas e só folclore, um atirar de areia para os olhos dos oureenses, já que o que sabe hoje é o mesmo e tão só aquilo que se sabia no lançamento do concurso de concessão.
Na altura do lançamento do concurso, como relata O Mirante, Paulo Fonseca dizia vivermos no concelho terceiro-mundista, estávamos segundo ele, perante um crime ambiental, etc, etc..
A única conclusão é esta:
Não tem nada a ver com dados sobre a procura, o não avançar para o alargamento da rede de saneamento básico, tem sim a ver com a incompetência gritante que fez protelar durante 4 anos um assunto de vital importância (nem o biólogo “querquista” fez andar a coisa).
Mais uma vez a escapatória para o assunto é a mentira, que felizmente tem perna curta.
Não há dinheiro já se sabe, mas a pouca tenacidade mental e a seriedade de ideias pouco esclarecida fazem que, ao fim de dois mandatos este senhor possa continuar a dizer que vivemos num concelho terceiro-mundista, governado (digo eu) por um totalitarismo de quarta categoria.

Haja paciência… e muita, muita tolerância.

Em Julho, em vésperas de eleições, tudo eram Rosas.