quarta-feira, 8 de maio de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXII]: Sr.ª Deolinda, “Acha que deve continuar como presidente deste órgão?”

Sr.ª Deolinda, “Acha que deve continuar como presidente deste órgão?”
Foi desta forma que a bancada do PSD interpelou a Presidente da Assembleia Municipal de Ourém, em exercício.
Isto aconteceu depois da Presidente ter declarado à Assembleia que se havia desvinculado do PSD, passando a assumir o mandato como independente.
Os sociais-democratas ripostaram dizendo que esta não tem condições para exercer um cargo, onde está porque simplesmente foi eleita pelo PSD.
Foi uma troca de argumentos em género de Chá/Fado que feriu os tímpanos do maior partido da oposição, da Sr.ª Deolinda, mas que soube à mais bela melodia a Paulo Fonseca, a José Alho e companhia.
Enquanto uns roíam as unhas, outros sorriam, porque lhes sabia bem.
O PS é inteligente, está unido por algo muito forte, o poder.
Porque não tenham dúvidas, se fosse ao contrário, se os atores trocassem de partido, seria tudo igual.
Eu não me esqueço que ainda há muito pouco tempo se estudava no seio do PS Ourém mais elitista o “despedimento” de Lucília Vieira e de Nazareno do Carmo.
Tal só não se consumou porque não vale a pena.
A batalha aproxima-se da vitória, não é necessário abrir feridas.

domingo, 5 de maio de 2013

Crónicas de um mago: Crescer sim, mas daqui a dois anos…

O desemprego vai aumentar, contudo prevê-se que esse crescimento seja invertido, mas apenas daqui a dois anos.
A economia vai se manter no ciclo recessivo, contudo prevê-se que venha a crescer, mas apenas daqui a dois anos.
Este discurso, repetido anualmente, faz me lembrar um outro antigo, o discurso dos choques: Choque Fiscal do Barroso, Choque Tecnológico do Sócrates e, no final, quem ficou electrocutado foi o País.
Andamos fartos de adiamentos e de ver o barco a afundar paulatinamente.
Quando é que é daqui a dois anos?
Chega de previsões falhadas, de falsas esperanças. O que se concretizam são apenas desgraças.
Malogrado povo, malditos dirigentes, corja de incompetentes.
Logo às 20 horas segue novo capítulo… Documentos (D)Estratégico Orçamental!

Atenção: Sou completamente apartidário…

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XXI]: 2 a 1 Ganha o PS de Fonseca, no jogo da zanga das comadres……

Que grande GALO no PSD….. Ups grande Golo de Fonseca….
Na sequência do último post do Carlos [Café-Expresso], onde chamava de Troca-tintas à Sr. Presidente da Assembleia Municipal de Ourém, gostaria de comentar uma notícia do Mirante.
De facto a Sr. Professora Deolinda Simões é candidata à Assembleia Municipal de Ourém, situação que fragiliza a candidatura do PSD/CDS à Câmara de Ourém, mas que põe a nu e que descredibiliza todo um percurso feito por esta política.
De fundadora do PSD local a sua hipotética destruidora.
Mais uma vez se prova que quem vive em política, e da política, tem uma sede de poder imensa.
A Sr. Presidente foi sendo vendida ao longo do mandato, passando a tomar partido pela posições da Câmara Municipal, o que desde cedo criou fortes clivagens no PSD local.
Desde as guerras fratricidas entre Moura-Albuquerque-Frazão, que o Partido Social-Democrata tem sido um jogo de tabuleiro, um enorme saco de gatos a esfarraparem-se.
Esta saída de Deolinda é apenas um capítulo desse jogo, um capítulo que significará muito em Outubro.
De entre estes jogos de interesses, de comadres e compadrios existem beneficiados e prejudicados:
Beneficiado: Paulo Fonseca e o PS de Ourém que souberam capitalizar este descontentamento de Deolinda Simões;
Prejudicados: o PSD de Ourém na candidatura de Luís Albuquerque, e a própria Deolinda Simões, que vê o seu nome empoeirado.

Empoeirado sim, porque com esta posição está a ratificar e a tomar partido por um executivo que, infelizmente, pouco tem feito pelos Oureenses/Fatimenses, por um executivo do show-off, da propaganda, das palavras bonitas. Um executivo sem visão estratégica, sem obra, sem capacidade nem controlo da despesa pública, sem estofo para ter arrumado a casa e por o concelho a crescer.
Um executivo que prometeu um 25 de Abril mas que fala constantemente em terrorismo, e que não gosta de opiniões divergentes.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XX]: Deolinda Troca-Tintas, mas não só ….. Cheira a poder…

Há uma expressão popular muito interessante, quando se diz alguém de troca-tintas por mudar constantemente de rumo.
Hoje apetece-me apelidar a Presidente da Assembleia Municipal como Troca-Tintas.
Foi uma mulher de consensos e de bom senso, que inflectiu para um caminho de parcialidade e impreparação com que geriu os trabalhos (exemplo dos Monfortinos). Essa mudança já fazia antever uma nova postura política por parte desta Social Democrata.
Quantas vezes não se afirmou convictamente do PSD, as acusações fez a Paulo Fonseca quando o enfrentou em 2009 juntamente com Vítor Frazão?
Tudo resumido, uma grande troca de tintas.
Agora apoia Paulo Fonseca, que nem uma grande guardiã Socialista.
Será que Serrano, Frazão, Deolinda e outros estão a preparar uma organização do tipo SS?
Seniores Socialistas…
Não foram os únicos, havia mais de entre aquele milhar no Jantar de dia 24.
Muitos homens e mulheres, muitos empresários, que trocaram de Jantar, descartaram as laranjas. Importa colar-se a quem está no poder.
E, quer se queira, quer não se queira, Fonseca (o afamado gestor) tem tudo para ganhar em Outubro.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XIX]: Pior a emenda que o soneto... Argúcias Fonsêquinas…

De um Fatimense, para todos que não exclusivamente Fatimenses:

Quando o advogado mandatado pela Câmara Municipal, Dr. Cândido de Oliveira, proferiu uma argumentação jurídica lamentável, que ofendeu ostensivamente uma instituição parceira da Câmara Municipal, o Santuário de Fátima, e toda a Igreja Católica, nada se ouviu a condenar tamanha maldade.
Acredite-se, ou não, tendo-se fé, ou não, a Igreja é fundamental no tecido económico de Ourém.
Não se pode defender o turismo religioso, não podemos querer uns papas cá em 2017, inaugurar obras pagas massivamente por aquela instituição religiosa e depois deixar-se representar de forma tão terrorista.
A situação exigia de Paulo Fonseca um pedido de desculpas público, proferido e divulgado, a demarcar-se das acusações feitas pelo jurista.
Pelo contrário, numa atitude de quem cala consente, porque na verdade também se tem a mesma opinião que Cândido de Oliveira, preferiu a câmara municipal manter o silêncio.
Agora, no âmbito do julgamento do advogado acusado de difamação, Paulo Fonseca vem tardiamente remendar o que não tem já remendo: Diz que não utilizaria tais palavras.
Então? Substituía-as por outras com o mesmo significado?
E continuou dizendo acreditar que o advogado terá usado as expressões como estratégia de defesa, mas que não tem capacidade do ponto de vista técnico, e que não acredita que Cândido de Oliveira tivesse intenção de ofender o Santuário.

Um mestre na arte da vitimização não percebe quando alguém se excede?
Quando o Mirante divulgou, e bem os processos, as dívidas ao erário público, a condenação por má-fé, estava a fazer terrorismo jornalístico.
Agora chamar tudo e mais alguma coisa ao Santuário, que dá de comer aqui a tanta gente, que é do mais importante que temos: então é estratégia de defesa.

Falta de capacidade técnica? Essa falta de capacidade pode ser invocada também para chutar quem nos (des)governa?
Assim era menos um impreparado no poder….





domingo, 21 de abril de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XVIII]: A brincar a brincar, dizem-se muitas verdades….

O Jornal Mirante, aquele que supostamente orquestra uma campanha contra o Presidente da Câmara de Ourém, por múltiplas dívidas acumuladas na sua atividade de gestor causando um rombo bem superior a 800 mil euros ao erário público, trás esta semana uma crónica humorística interessante.
Segundo o semanário a oposição de Vítor Frazão ao executivo municipal tem sido amiga, uma oposição que leva o Cavaleiro Andante a referir que “Bem conversado, o agora independente Vítor Frazão ainda dava um bom vereador socialista”.
Interessante a crónica, até porque isso esteve bem perto de lhe ser sugerido pelo partido socialista.
Tal amizade também se pode dever à cumplicidade de Paulo Fonseca no patrocínio da candidatura de Frazão, pois sabe que essa a concretizar-se significará importante passo na vitória socialista.
Resta saber se o guarda-redes tem capacidade para segurar estes dois remates, bem colocados.
Claramente que se Frazão tiver mais que 2500 votos (algo provável), o PS ganhará as eleições.
Nem com a moleta Albuquerque lá vai, a concretizar-se o aqui descrito.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Tá-se bem por Ourém [03-XVII]: Novos Ricos: Elefantes Brancos, com orelhas laranjas e rosa….



Segundo entrevista ao Jornal Região de Leiria, o Presidente Sérgio Frias do Centro Desportivo de Fátima, falou na constituição da SAD, com vista ao atacar das competições profissionais. 
No seu entendimento trata-se de um clube de II liga, cujos regulamentos devem ser adequados aquele escalão.
Para além da constituição da SAD referem-se na entrevista as intervenções que estão para decorrer no Estádio João Paulo II, a casa emblemática do clube, afirmando-se mesmo que “Há a possibilidade de trazer os jogos do Fátima [do estádio municipal] para o João Paulo II. Ter a equipa a jogar na sua casa é sempre o objetivo, mas primeiro vamos melhorar as infraestruturas”.
Não deixa de ser engraçado, num país roto, aos remendos se gaste dinheiro na remodelação de um estádio (por mais valor simbólico que lhe reconheço, sendo de Fátima), para deixar um outro às moscas.
Sim, porque é isso mesmo que foi dito: trazer os jogos do Fátima para o João Paulo II.

E fica o mamarracho do Estádio Municipal, com os seus custos de construção e manutenção para quem???
Para o Atletismo? Sim, também é preciso.
Mas gasta-se muito dinheiro neste País. 
Canalizem o dinheiro para obras necessárias, que existem tantas. E além disso o dinheiro da Federação Portuguesa de Futebol também sai dos nossos bolsos…